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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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King James Version with Strongs -
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|Números 34:2|
Command H6680 the children H1121 of Israel, H3478 and say H559 unto them, When ye come H935 into the land H776 of Canaan; H3667 (this is the land H776 that shall fall H5307 unto you for an inheritance, H5159 even the land H776 of Canaan H3667 with the coasts H1367 thereof:)
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|Números 34:3|
Then your south H5045 quarter H6285 shall be from the wilderness H4057 of Zin H6790 along by the coast H3027 of Edom, H123 and your south H5045 border H1366 shall be the outmost coast H7097 of the salt H4417 sea H3220 eastward: H6924
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|Números 34:4|
And your border H1366 shall turn H5437 from the south H5045 to the ascent H4608 of Akrabbim, H4610 and pass on H5674 to Zin: H6790 and the going forth H8444 thereof shall be from the south H5045 to Kadeshbarnea, H6947 and shall go on H3318 to Hazaraddar, H2692 and pass on H5674 to Azmon: H6111
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|Números 34:5|
And the border H1366 shall fetch a compass H5437 from Azmon H6111 unto the river H5158 of Egypt, H4714 and the goings out H8444 of it shall be at the sea. H3220
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|Números 34:6|
And as for the western H3220 border, H1366 ye shall even have the great H1419 sea H3220 for a border: H1366 this shall be your west H3220 border. H1366
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|Números 34:7|
And this shall be your north H6828 border: H1366 from the great H1419 sea H3220 ye shall point out H8376 for you mount H2022 Hor: H2023
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|Números 34:8|
From mount H2022 Hor H2023 ye shall point out H8376 your border unto the entrance H935 of Hamath; H2574 and the goings forth H8444 of the border H1366 shall be to Zedad: H6657
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|Números 34:9|
And the border H1366 shall go on H3318 to Ziphron, H2202 and the goings out H8444 of it shall be at Hazarenan: H2704 this shall be your north H6828 border. H1366
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|Números 34:10|
And ye shall point out H184 your east H6924 border H1366 from Hazarenan H2704 to Shepham: H8221
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva