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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Gálatas 3:1|
ô anoêtoi galatai tis umas ebaskanen tsb=tê tsb=alêtheia tsb=mê tsb=peithesthai ois kat ophthalmous iêsous christos proegraphê tsb=en tsb=umin estaurômenos
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|Gálatas 3:2|
touto monon thelô mathein aph umôn ex ergôn nomou to pneuma elabete ê ex akoês pisteôs
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|Gálatas 3:3|
outôs anoêtoi este enarxamenoi pneumati nun sarki epiteleisthe
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|Gálatas 3:4|
tosauta epathete eikê a=ei a=ge tsb=eige kai eikê
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|Gálatas 3:5|
o oun epichorêgôn umin to pneuma kai energôn dunameis en umin ex ergôn nomou ê ex akoês pisteôs
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|Gálatas 3:6|
kathôs abraam episteusen tô theô kai elogisthê autô eis dikaiosunên
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|Gálatas 3:7|
ginôskete ara oti oi ek pisteôs outoi tsb=eisin uioi a=eisin abraam
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|Gálatas 3:8|
proidousa de ê graphê oti ek pisteôs dikaioi ta ethnê o theos proeuêggelisato tô abraam oti s=eulogêthêsontai abt=eneulogêthêsontai en soi panta ta ethnê
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|Gálatas 3:9|
ôste oi ek pisteôs eulogountai sun tô pistô abraam
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|Gálatas 3:10|
osoi gar ex ergôn nomou eisin upo kataran eisin gegraptai gar a=oti epikataratos pas os ouk emmenei tsb=en pasin tois gegrammenois en tô bibliô tou nomou tou poiêsai auta
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva