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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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11
|Ageu 1:11|
vâ'eqrâ' chorebh `al-hâ'ârets ve`al-hehâriym ve`al-haddâghân ve`al-hattiyrosh ve`al-hayyitshâr ve`al 'asher totsiy'hâ'adhâmâh ve`al-hâ'âdhâm ve`al-habbehêmâh ve`al kol-yeghiya`kappâyim s
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12
|Ageu 1:12|
vayyishma` zerubbâbhel ben-shaltiy'êl viyhoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol vekhol she'êriyth hâ`âm beqolAdonay 'elohêyhem ve`al-dibhrêy chaggay hannâbhiy' ka'ashershelâcho Adonay 'elohêyhem vayyiyr'u hâ`âm mippenêyAdonay
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13
|Ageu 1:13|
vayyo'mer chaggay mal'akh Adonay bemal'akhuth.Adonay lâ`âm lê'mor 'aniy 'ittekhem ne'um-Adonay
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14
|Ageu 1:14|
vayyâ`ar Adonay 'eth-ruach zerubbâbhel ben-shaltiy'êl pachathyehudhâh ve'eth-ruach yehoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdholve'eth-ruach kol she'êriyth hâ`âm vayyâbho'u vayya`asu melâ'khâhbebhêyth-Adonay tsebhâ'oth 'elohêyhem ph
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15
|Ageu 1:15|
beyom `esriymve'arbâ`âh lachodhesh bashishiy bishnath shetayim ledhâryâvesh hammelekh
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1
|Ageu 2:1|
bashebhiy`iy be`esriym ve'echâdh lachodhesh hâyâh debhar-Adonay beyadh-chaggay hannâbhiy' lê'mor
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2
|Ageu 2:2|
'emâr-nâ' 'el-zerubbâbhel ben-shaltiy'êl pachath yehudhâh ve'el-yehoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol ve'el-she'êriyth hâ`âm lê'mor
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3
|Ageu 2:3|
miybhâkhem hannish'âr 'asher râ'âh 'eth-habbayith hazzeh bikhbhodho hâri'shonumâh 'attem ro'iym 'otho `attâh halo' khâmohu ke'ayin be`êynêykhem
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4
|Ageu 2:4|
ve`attâh chazaq zerubbâbhel ne'um-Adonay vachazaq yehoshua`ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol vachazaq kol-`am hâ'âretsne'um-Adonay va`asu kiy-'aniy 'ittekhem ne'um Adonaytsebhâ'oth
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5
|Ageu 2:5|
'eth-haddâbhâr 'asher-kârattiy 'ittekhem betsê'thkhemmimmitsrayim veruchiy `omedheth bethokhekhem 'al-tiyrâ'u s
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva