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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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11
|Ageu 1:11|
vâ'eqrâ' chorebh `al-hâ'ârets ve`al-hehâriym ve`al-haddâghân ve`al-hattiyrosh ve`al-hayyitshâr ve`al 'asher totsiy'hâ'adhâmâh ve`al-hâ'âdhâm ve`al-habbehêmâh ve`al kol-yeghiya`kappâyim s
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12
|Ageu 1:12|
vayyishma` zerubbâbhel ben-shaltiy'êl viyhoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol vekhol she'êriyth hâ`âm beqolAdonay 'elohêyhem ve`al-dibhrêy chaggay hannâbhiy' ka'ashershelâcho Adonay 'elohêyhem vayyiyr'u hâ`âm mippenêyAdonay
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13
|Ageu 1:13|
vayyo'mer chaggay mal'akh Adonay bemal'akhuth.Adonay lâ`âm lê'mor 'aniy 'ittekhem ne'um-Adonay
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14
|Ageu 1:14|
vayyâ`ar Adonay 'eth-ruach zerubbâbhel ben-shaltiy'êl pachathyehudhâh ve'eth-ruach yehoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdholve'eth-ruach kol she'êriyth hâ`âm vayyâbho'u vayya`asu melâ'khâhbebhêyth-Adonay tsebhâ'oth 'elohêyhem ph
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15
|Ageu 1:15|
beyom `esriymve'arbâ`âh lachodhesh bashishiy bishnath shetayim ledhâryâvesh hammelekh
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1
|Ageu 2:1|
bashebhiy`iy be`esriym ve'echâdh lachodhesh hâyâh debhar-Adonay beyadh-chaggay hannâbhiy' lê'mor
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2
|Ageu 2:2|
'emâr-nâ' 'el-zerubbâbhel ben-shaltiy'êl pachath yehudhâh ve'el-yehoshua` ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol ve'el-she'êriyth hâ`âm lê'mor
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3
|Ageu 2:3|
miybhâkhem hannish'âr 'asher râ'âh 'eth-habbayith hazzeh bikhbhodho hâri'shonumâh 'attem ro'iym 'otho `attâh halo' khâmohu ke'ayin be`êynêykhem
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4
|Ageu 2:4|
ve`attâh chazaq zerubbâbhel ne'um-Adonay vachazaq yehoshua`ben-yehotsâdhâq hakkohên haggâdhol vachazaq kol-`am hâ'âretsne'um-Adonay va`asu kiy-'aniy 'ittekhem ne'um Adonaytsebhâ'oth
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5
|Ageu 2:5|
'eth-haddâbhâr 'asher-kârattiy 'ittekhem betsê'thkhemmimmitsrayim veruchiy `omedheth bethokhekhem 'al-tiyrâ'u s
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva