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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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16
|Ageu 2:16|
mihyothâm bâ' 'el-`arêmath `esriym vehâythâh `asârâhbâ' 'el-hayyeqebh lachsoph chamishiym purâh vehâythâh `esriym
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17
|Ageu 2:17|
hikkêythiy 'ethkhem bashiddâphon ubhayyêrâqon ubhabbârâdh 'êth kol-ma`asêh yedhêykhem ve'êyn-'ethkhem 'êlay ne'um-Adonay
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18
|Ageu 2:18|
siymu-nâ' lebhabhkhem min-hayyom hazzeh vâmâ`lâh miyyom`esriym ve'arbâ`âh latteshiy`iy lemin-hayyom 'asher-yussadh hêykhal-Adonay siymu lebhabhkhem
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19
|Ageu 2:19|
ha`odh hazzera` bammeghurâhve`adh-haggephen vehatte'ênâh vehârimmon ve`êts hazzayith lo' nâsâ'min-hayyom hazzeh 'abhârêkh s
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20
|Ageu 2:20|
vayhiy dhebhar-Adonay shêniyth'el-chaggay be`esriym ve'arbâ`âh lachodhesh lê'mor
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21
|Ageu 2:21|
'emor 'el-zerubbâbhel pachath-yehudhâh lê'mor 'aniy mar`iysh 'eth-hashâmayimve'eth-hâ'ârets
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|Ageu 2:22|
vehâphakhtiy kissê' mamlâkhoth vehishmadhtiy chozeqmamlekhoth haggoyim vehâphakhtiy merkâbhâh verokhebheyhâ veyârdhususiym verokhebhêyhem 'iysh becherebh 'âchiyv
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|Ageu 2:23|
bayyom hahu' ne'um-Adonay tsebhâ'oth 'eqqâchakha zerubbâbhel ben-she'altiy'êl `abhdiyne'um-Adonay vesamtiykha kachothâm kiy-bhekha bhâchartiy ne'umAdonay tsebhâ'oth
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva