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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Tiago 1:11|
aneteilen gar o êlios sun tô kausôni kai exêranen ton chorton kai to anthos autou exepesen kai ê euprepeia tou prosôpou autou apôleto outôs kai o plousios en tais poreiais autou maranthêsetai
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12
|Tiago 1:12|
makarios anêr os upomenei peirasmon oti dokimos genomenos a=lêmpsetai tsb=lêpsetai ton stephanon tês zôês on epêggeilato tsb=o tsb=kurios tois agapôsin auton
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13
|Tiago 1:13|
mêdeis peirazomenos legetô oti apo ts=tou theou peirazomai o gar theos apeirastos estin kakôn peirazei de autos oudena
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14
|Tiago 1:14|
ekastos de peirazetai upo tês idias epithumias exelkomenos kai deleazomenos
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|Tiago 1:15|
eita ê epithumia sullabousa tiktei amartian ê de amartia apotelestheisa apokuei thanaton
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|Tiago 1:16|
mê planasthe adelphoi mou agapêtoi
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|Tiago 1:17|
pasa dosis agathê kai pan dôrêma teleion anôthen estin katabainon apo tou patros tôn phôtôn par ô ouk eni parallagê ê tropês aposkiasma
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|Tiago 1:18|
boulêtheis apekuêsen êmas logô alêtheias eis to einai êmas aparchên tina tôn autou ktismatôn
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|Tiago 1:19|
a=iste tsb=ôste adelphoi mou agapêtoi estô a=de pas anthrôpos tachus eis to akousai bradus eis to lalêsai bradus eis orgên
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20
|Tiago 1:20|
orgê gar andros dikaiosunên theou a=ouk tsb=ou a=ergazetai tsb=katergazetai
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva