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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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21
|Joel 2:21|
'al-tiyr'iy 'adhâmâh giyliy usemâchiy kiy-highdiylAdonay la`asoth
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22
|Joel 2:22|
'al-tiyr'u bahamoth sâdhay kiy dhâsh'u ne'othmidhbâr kiy-`êts nâsâ' phiryo te'ênâh vâghephen nâthnu chêylâm
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23
|Joel 2:23|
ubhenêy tsiyyon giylu vesimchu bayhvh 'elohêykhem kiy-nâthan lâkhem'eth-hammoreh litsdhâqâh vayyoredh lâkhem geshem moreh umalqoshbâri'shon
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24
|Joel 2:24|
umâl'u haggorânoth bâr vehêshiyqu hayqâbhiym tiyrosh.veyitshâr
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25
|Joel 2:25|
veshillamtiy lâkhem 'eth-hashâniym 'asher 'âkhal hâ'arbehhayyeleq vehechâsiyl vehaggâzâm chêyliy haggâdhol 'asher shillachtiybâkhem
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26
|Joel 2:26|
va'akhaltem 'âkhol vesâbhoa` vehillaltem 'eth-shêmAdonay 'elohêykhem 'asher-`âsâh `immâkhem lehaphliy' velo'-yêbhoshu `ammiy le`olâm
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27
|Joel 2:27|
viydha`tem kiy bheqerebh yisrâ'êl 'âniyva'aniy Adonay 'elohêykhem ve'êyn `odh velo'-yêbhoshu `ammiyle`olâm s
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1
|Joel 3:1|
vehâyâh 'acharêy-khên 'eshpokh 'eth-ruchiy `al-kâl-bâsârvenibbe'u benêykhem ubhenothêykhem ziqnêykhem chalomoth yachalomunbachurêykhem chezyonoth yir'u
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2
|Joel 3:2|
vegham `al-hâ`abhâdhiym ve`al-hashephâchoth bayyâmiym hâhêmmâh 'eshpokh 'eth-ruchiy
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3
|Joel 3:3|
venâthattiymophethiym bashâmayim ubhâ'ârets dâm vâ'êsh vethiymaroth `âshân
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva