-
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
3
|2 Timóteo 2:3|
a=sugkakopathêson tsb=su tsb=oun tsb=kakopathêson ôs kalos stratiôtês tsb=iêsou christou a=iêsou
-
4
|2 Timóteo 2:4|
oudeis strateuomenos empleketai tais tou biou pragmateiais ina tô stratologêsanti aresê
-
5
|2 Timóteo 2:5|
ean de kai athlê tis ou stephanoutai ean mê nomimôs athlêsê
-
6
|2 Timóteo 2:6|
ton kopiônta geôrgon dei prôton tôn karpôn metalambanein
-
7
|2 Timóteo 2:7|
noei a=o tsb=a legô a=dôsei tsb=dôê gar soi o kurios sunesin en pasin
-
8
|2 Timóteo 2:8|
mnêmoneue iêsoun christon egêgermenon ek nekrôn ek spermatos ab=dauid ts=dabid kata to euaggelion mou
-
9
|2 Timóteo 2:9|
en ô kakopathô mechri desmôn ôs kakourgos a=alla tsb=all o logos tou theou ou dedetai
-
10
|2 Timóteo 2:10|
dia touto panta upomenô dia tous eklektous ina kai autoi sôtêrias tuchôsin tês en christô iêsou meta doxês aiôniou
-
11
|2 Timóteo 2:11|
pistos o logos ei gar sunapethanomen kai suzêsomen
-
12
|2 Timóteo 2:12|
ei upomenomen kai sumbasileusomen ei a=arnêsometha tsb=arnoumetha kakeinos arnêsetai êmas
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva