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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Efésios 4:1|
parakalô oun umas egô o desmios en kuriô axiôs peripatêsai tês klêseôs ês eklêthête
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2
|Efésios 4:2|
meta pasês tapeinophrosunês kai a=prautêtos tsb=praotêtos meta makrothumias anechomenoi allêlôn en agapê
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3
|Efésios 4:3|
spoudazontes têrein tên enotêta tou pneumatos en tô sundesmô tês eirênês
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4
|Efésios 4:4|
en sôma kai en pneuma kathôs kai eklêthête en mia elpidi tês klêseôs umôn
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5
|Efésios 4:5|
eis kurios mia pistis en baptisma
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6
|Efésios 4:6|
eis theos kai patêr pantôn o epi pantôn kai dia pantôn kai en pasin b=êmin ts=umin
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7
|Efésios 4:7|
eni de ekastô êmôn edothê ê charis kata to metron tês dôreas tou christou
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8
|Efésios 4:8|
dio legei anabas eis upsos êchmalôteusen aichmalôsian tsb=kai edôken domata tois anthrôpois
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9
|Efésios 4:9|
to de anebê ti estin ei mê oti kai katebê tsb=prôton eis ta katôtera a=[merê] tsb=merê tês gês
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10
|Efésios 4:10|
o katabas autos estin kai o anabas uperanô pantôn tôn ouranôn ina plêrôsê ta panta
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva