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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Malaquias 1:10|
miy gham-bâkhem veyisgor delâthayim velo'-thâ'iyrumizbechiy chinnâm 'êyn-liy chêphets bâkhem 'âmar Adonay tsebhâ'othuminchâh lo'-'ertseh miyyedhkhem
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11
|Malaquias 1:11|
kiy mimmizrach-shemesh ve`adh-mebho'o gâdhol shemiy baggoyim ubhekhâl-mâqom muqthâr muggoshlishmiy uminchâh thehorâh kiy-ghâdhol shemiy baggoyim 'âmarAdonay tsebhâ'oth
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12
|Malaquias 1:12|
ve'attem mechalleliym 'otho be'emârkhemshulchan 'adhonây megho'âl hu' veniybho nibhzeh 'âkhlo
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|Malaquias 1:13|
va'amartemhinnêh mattelâ'âh vehippachtem 'otho 'âmar Adonay tsebhâ'othvahabhê'them gâzul ve'eth-happissêach ve'eth-hacholeh vahabhê'them'eth-hamminchâh ha'ertseh 'othâh miyyedhkhem 'âmar Adonay s
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14
|Malaquias 1:14|
ve'ârur nokhêl veyêsh be`edhro zâkhâr venodhêr vezobhêach moshchâthla'dhonây kiy melekh gâdhol 'âniy 'âmar Adonay tsebhâ'oth ushemiynorâ' bhaggoyim
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1
|Malaquias 2:1|
ve`attâh 'alêykhem hammitsvâh hazzo'th hakkohaniym
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2
|Malaquias 2:2|
'im-lo' thishme`u ve'im-lo' thâsiymu `al-lêbh lâthêth kâbhodh lishmiy 'âmarAdonay tsebhâ'oth veshillachtiy bhâkhem 'eth-hamme'êrâh ve'ârothiy'eth-birkhothêykhem vegham 'ârothiyhâ kiy 'êynkhem sâmiym `al-lêbh
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3
|Malaquias 2:3|
hineniy gho`êr lâkhem 'eth-hazzera` vezêriythiy pheresh `al-penêykhemperesh chaggêykhem venâsâ' 'ethkhem 'êlâyv
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4
|Malaquias 2:4|
viydha`tem kiy shillachtiy'alêykhem 'êth hammitsvâh hazzo'th lihyoth beriythiy 'eth-lêviy 'âmar.Adonay tsebhâ'oth
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5
|Malaquias 2:5|
beriythiy hâyethâh 'itto hachayyiym vehashâlomvâ'ettenêm-lo morâ' vayyiyrâ'êniy umippenêy shemiy nichath hu'
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Sugestões

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06 de março LAB 431
HUM?
Deuteronômio 29-31
Desde que me entendo por gente, minha família segue a Deus. Cresci, desde pequeno, indo à igreja todos os finais de semana, participando da escolinha bíblica para os menores, fazendo culto familiar em casa todos os dias, vendo meus pais pregarem o evangelho, assistindo a conversas bíblicas. Sendo assim, acostumei-me a respirar esse ar evangélico, a conversar sobre coisas da igreja, da Bíblia e sobre Deus.
E você sabe que toda criança é cheia de perguntas, né? Aquelas com as quais a criança bombardeia o adulto. “Por que isso? Por que aquilo?”
Isso é normal, pois a criança não veio ao mundo sabendo das coisas. Quando se depara com um monte de novidades, ela quer entender. Agora, uma criança que é criada em uma casa onde se fala de Deus, constantemente, muitas das perguntas também serão relacionadas a Deus. “Pai, por que eu tenho que chamar a Deus de pai também?” “Mãe, por que Jesus não frequentava a escola?” “Como a gente vai ser quando chegar no Céu?” E, por aí vai... Não sei se é porque eu deixava meus pais, tios, líderes da igreja, pessoas mais velhas, professores, todo mundo tonto com tantas perguntas, que muitas vezes eu ouvi a mesma resposta: “Deuteronômio 29:29.”
Você já viu o que está escrito lá? “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós, e aos nossos filhos, para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei.” Ou seja, o que não está encoberto, a nós pertence, mas o que está encoberto, ao Senhor pertence. E ponto final. Isso queria dizer que, se não tinha explicação para alguma coisa, era porque Deus não queria dizer, e isso era um segredo dEle, o qual a gente não devia perscrutar. Então, eu pensava: Está bem. Se Deus quer assim, vou discutir o quê?
Com o passar do tempo, à medida que fui crescendo, estudando e ampliando minha visão de mundo e meu acervo de informações, descobri algo que não sabia se era muito triste ou muito bom: tinha muita coisa que antes eu não pensava que estaria revelada, mas que na realidade estava sim. Na prática, já tinha perguntado sobre tal assunto e tinha recebido a resposta “Deuteronômio 29:29”, isto é, só Deus sabe, não temos como saber. Mas descobri que tinha como saber. O que eu não sabia antes era por pura ignorância.
Então, Deuteronômio 29:29 estava com problemas? Não! O problema era usá-lo de maneira errada. Não devemos nos conformar com a ignorância. Aprendi que esse verso não pode servir como uma desculpa esfarrapada para a ociosidade da pesquisa. Não escudemos nossa ignorância!
Valdeci Júnior
Fátima Silva