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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Malaquias 2:16|
kiy-sânê' shallach 'âmar Adonay 'elohêyyisrâ'êl vekhissâh châmâs `al-lebhusho 'âmar Adonay tsebhâ'othvenishmartem beruchakhem velo' thibhgodhu s
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|Malaquias 2:17|
hogha`tem Adonaybedhibhrêykhem va'amartem bammâh hoghâ`nu be'emârkhem kol-`osêhrâ` thobh be`êynêy Adonay ubhâhem hu' châphêts 'o 'ayyêh 'elohêyhammishpâth
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|Malaquias 3:1|
hineniy sholêach mal'âkhiy uphinnâh-dherekh lephânây uphith'omyâbho' 'el-hêykhâlo hâ'âdhon 'asher-'attem mebhaqshiym umal'akhhabberiyth 'asher-'attem chaphêtsiym hinnêh-bhâ' 'âmar Adonaytsebhâ'oth
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|Malaquias 3:2|
umiy mekhalkêl 'eth-yom bo'o umiy hâ`omêdh behêrâ'otho.kiy-hu' ke'êsh metsârêph ukhebhoriyth mekhabbesiym
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|Malaquias 3:3|
veyâshabh metsârêphumethahêr keseph vethihar 'eth-benêy-lêviy veziqqaq 'othâm kazzâhâbhvekhakkâseph vehâyu layhvh maggiyshêy minchâh bitsdhâqâh
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|Malaquias 3:4|
ve`ârebhâhlayhvh minchath yehudhâh viyrushâlâim kiymêy `olâm ukheshâniymqadhmoniyyoth
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|Malaquias 3:5|
veqârabhtiy 'alêykhem lammishpâth vehâyiythiy `êdhmemahêr bamkhashephiym ubhamnâ'aphiym ubhannishbâ`iym lashâqerubhe`osheqêy sekhar-sâkhiyr 'almânâh veyâthom umathêy-ghêr velo'yerê'uniy 'âmar Adonay tsebhâ'oth
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|Malaquias 3:6|
kiy 'aniy Adonay lo'shâniythiy ve'attem benêy-ya`aqobh lo' kheliythem
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|Malaquias 3:7|
lemiymêy'abhothêykhem sartem mêchuqqay velo' shemartem shubhu 'êlay ve'âshubhâh'alêykhem 'âmar Adonay tsebhâ'oth va'amartem bammeh nâshubh
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|Malaquias 3:8|
hayiqba` 'âdhâm 'elohiym kiy 'attem qobhe`iym 'othiy va'amartembammeh qebha`anukha hamma`asêr vehatterumâh
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva