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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Miquéias 7:1|
'alelay liy kiy hâyiythiy ke'âsepêy-qayits ke`oleloth bâtsiyr'êyn-'eshkol le'ekhol bikkurâh 'ivvethâh naphshiy
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2
|Miquéias 7:2|
'âbhadh châsiydh min-hâ'ârets veyâshâr bâ'âdhâm 'âyin kullâm ledhâmiym ye'erobhu 'iysh'eth-'âchiyhu yâtsudhu chêrem
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3
|Miquéias 7:3|
`al-hâra` kappayim lehêythiybh hasarsho'êl vehashophêth bashillum vehaggâdhol dobhêr havvath naphsho hu'vay`abbethuhâ
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4
|Miquéias 7:4|
thobhâm kechêdheq yâshâr mimmesukhâh yommetsappeykha pequddâthekha bhâ'âh `attâh thihyeh mebhukhâthâm
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5
|Miquéias 7:5|
'al-ta'amiynu bherêa` 'al-tibhthechu be'alluph mishokhebheth chêyqekha shemorpithchêy-phiykha
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|Miquéias 7:6|
kiy-bhên menabbêl 'âbh bath qâmâh bhe'immâh kallâhbachamothâh 'oyebhêy 'iysh 'anshêy bhêytho
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|Miquéias 7:7|
va'aniy bayhvh 'atsappeh'ochiylâh lê'lohêy yish`iy yishmâ`êniy 'elohây
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8
|Miquéias 7:8|
'al-tismechiy 'oyabhtiyliy kiy nâphaltiy qâmetiy kiy-'êshêbh bachoshekh Adonay 'or liy s
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|Miquéias 7:9|
za`aph Adonay 'esâ' kiy châthâ'thiy lo `adh 'asher yâriybh riybhiyve`âsâh mishpâthiy yotsiy'êniy lâ'or 'er'eh betsidhqâtho
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|Miquéias 7:10|
vethêre''oyabhtiy uthekhassehâ bhushâh hâ'omerâh 'êlay 'ayyo Adonay'elohâyikh `êynay tir'eynnâh bâh `attâh tihyeh lemirmâs kethiyth chutsoth
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva