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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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King James Version with Strongs -
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|Jó 15:2|
Should a wise man H2450 utter H6030 vain H7307 knowledge, H1847 and fill H4390 his belly H990 with the east wind? H6921
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3
|Jó 15:3|
Should he reason H3198 with unprofitable H5532 talk? H1697 or with speeches H4405 wherewith he can do no good? H3276
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4
|Jó 15:4|
Yea, thou castest off H6565 fear, H3374 and restrainest H1639 prayer H7881 before H6440 God. H410
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5
|Jó 15:5|
For thy mouth H6310 uttereth H502 thine iniquity, H5771 and thou choosest H977 the tongue H3956 of the crafty. H6175
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6
|Jó 15:6|
Thine own mouth H6310 condemneth H7561 thee, and not I: yea, thine own lips H8193 testify H6030 against thee.
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7
|Jó 15:7|
Art thou the first H7223 H7223 man H120 that was born? H3205 or wast thou made H2342 before H6440 the hills? H1389
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8
|Jó 15:8|
Hast thou heard H8085 the secret H5475 of God? H433 and dost thou restrain H1639 wisdom H2451 to thyself?
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9
|Jó 15:9|
What knowest H3045 thou, that we know H3045 not? what understandest H995 thou, which is not in us?
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|Jó 15:10|
With us are both the grayheaded H7867 and very aged H3453 men, much H3524 elder H3117 than thy father. H1
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva