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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Amós 7:1|
koh hir'aniy 'adhonây Adonay vehinnêh yotsêr gobhaybithchillath `aloth hallâqesh vehinnêh-leqesh 'achar gizzêy hammelekh
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|Amós 7:2|
vehâyâh 'im-killâh le'ekhol 'eth-`êsebh hâ'ârets vâ'omar 'adhonâyAdonay selach-nâ' miy yâqum ya`aqobh kiy qâthon hu'
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3
|Amós 7:3|
nichamAdonay `al-zo'th lo' thihyeh 'âmar Adonay
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|Amós 7:4|
koh hir'aniy'adhonây Adonay vehinnêh qorê' lâribh bâ'êsh 'adhonây Adonayvatto'khal 'eth-tehom rabbâh ve'âkhelâh 'eth-hachêleq
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5
|Amós 7:5|
vâ'omar'adhonây Adonay chadhal-nâ' miy yâqum ya`aqobh kiy qâthon hu'
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|Amós 7:6|
nicham Adonay `al-zo'th gam-hiy' lo' thihyeh 'âmar 'adhonâyAdonay s
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7
|Amós 7:7|
koh hir'aniy vehinnêh 'adhonây nitsâbh `al-chomath'anâkh ubheyâdho 'anâkh
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8
|Amós 7:8|
vayyo'mer Adonay 'êlay mâh-'attâhro'eh `âmos vâ'omar 'anâkh vayyo'mer 'adhonây hineniy sâm 'anâkhbeqerebh `ammiy yisrâ'êl lo'-'osiyph `odh `abhor lo
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9
|Amós 7:9|
venâshammubâmoth yischâq umiqdeshêy yisrâ'êl yecherâbhu veqamtiy `al-bêythyârâbhe`âm bechârebh ph
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|Amós 7:10|
vayyishlach 'amatsyâh kohên bêyth-'êl 'el-yârâbhe`âm melekh-yisrâ'êl lê'mor qâshar `âleykha `âmos beqerebh bêythyisrâ'êl lo'-thukhal hâ'ârets lehâkhiyl 'eth-kâl-debhârâyv
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva