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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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12
|Cantares 7:12|
lekhâh dhodhiy nêtsê' hasâdhehnâliynâh bakkephâriym
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13
|Cantares 7:13|
nashkiymâh lakkerâmiym nir'eh 'impârchâh haggephen pittach hassemâdhar hênêtsu hârimmoniym shâm.'ettên 'eth-dodhay lâkh
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14
|Cantares 7:14|
haddudhâ'iym nâthnu-rêyach ve`al-pethâchêynukol-meghâdhiym chadhâshiym gam-yeshâniym dodhiy tsâphantiy lâkh
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1
|Cantares 8:1|
miy yittenkha ke'âch liy yonêq shedhêy 'immiy 'emtsâ'akhabhachuts 'eshâqekha gam lo'-yâbhuzu liy
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2
|Cantares 8:2|
'enhâghakha 'abhiy'akha 'el-bêyth'immiy telammedhêniy 'ashqekha miyyayin hâreqach mê`asiysrimmoniy
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3
|Cantares 8:3|
semo'lo tachath ro'shiy viymiyno techabbeqêniy
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4
|Cantares 8:4|
hishba`tiy'ethkhem benoth yerushâlâim mah-tâ`iyru umah-te`oreru 'eth-hâ'ahabhâh`adh shettechpâts s
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5
|Cantares 8:5|
miy zo'th `olâh min-hammidhbâr mithrappeqeth`al-dodhâh tachath hattappuach `orartiykha shâmmâh chibbelathkha 'immekhashâmmâh chibbelâh yelâdhathkha
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6
|Cantares 8:6|
siymêniy khachothâm `al-libbekhakachothâm `al-zero`ekha kiy-`azzâh khammâveth 'ahabhâh qâshâh khish'olqin'âh reshâpheyhâ rishpêy 'êsh shalhebhethyâh
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7
|Cantares 8:7|
mayim rabbiym lo'yukhelu lekhabboth 'eth-hâ'ahabhâh unehâroth lo' yishthephuhâ 'im-yittên'iysh 'eth-kâl-hon bêytho bâ'ahabhâh boz yâbhuzu lo s
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva