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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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70
|Esdras 2:70|
vayyêshebhu hakkohaniym vehalviyyim umin-hâ`âm vehamshoreriym vehasho`ariym vehannethiyniym be`ârêyhemvekhol-yisrâ'êl be`ârêyhem s
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|Esdras 3:1|
vayyigga` hachodhesh hashebhiy`iy ubhenêy yisrâ'êl be`âriyms vayyê'âsephu hâ`âm ke'iysh 'echâdh 'el-yerushâlâim s
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2
|Esdras 3:2|
vayyâqâmyêshua` ben-yotsâdhâq ve'echâyv hakkohaniym uzerubbâbhel ben-she'altiy'êl ve'echâyv vayyibhnu 'eth-mizbach 'elohêy yisrâ'êl leha`aloth`âlâyv `oloth kakkâthubh bethorath mosheh 'iysh-hâ'elohiym
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3
|Esdras 3:3|
vayyâkhiynuhammizbêach `al-mekhonothâyv kiy be'êymâh `alêyhem mê`ammêyhâ'arâtsoth vayya`al [va][ya`alu] `âlâyv `oloth layhvh `oloth labboqervelâ`ârebh
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4
|Esdras 3:4|
vayya`asu 'eth-chagh hassukkoth kakkâthubh ve`olath yombeyom bemispâr kemishpath debhar-yom beyomo
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5
|Esdras 3:5|
ve'acharêykhên `olathtâmiydh velechodhâshiym ulekhâl-mo`adhêy Adonay hamquddâshiymulekhol mithnaddêbh nedhâbhâh layhvh
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6
|Esdras 3:6|
miyyom 'echâdh lachodheshhashebhiy`iy hêchêllu leha`aloth `oloth layhvh vehêykhal Adonay lo'yussâdh
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7
|Esdras 3:7|
vayyittenu-kheseph lachotsebhiym velechârâshiym uma'akhâlumishteh vâshemen latsidhoniym velatsoriym lehâbhiy' `atsêy 'arâziymmin-hallebhânon 'el-yâm yâpho' kerishyon koresh melekh-pâras`alêyhem ph
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8
|Esdras 3:8|
ubhashânâh hashêniyth lebho'âm 'el-bêyth hâ'elohiym.liyrushâlaim bachodhesh hashêniy hêchêllu zerubbâbhel ben-she'altiy'êlveyêshua` ben-yotsâdhâq ushe'âr 'achêyhem hakkohaniym vehalviyyimvekhol-habbâ'iym mêhashebhiy yerushâlaim vayya`amiydhu 'eth-halviyyim mibben `esriym shânâh vâma`lâh lenatsêach `al-mele'khethbêyth-Adonay ph
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9
|Esdras 3:9|
vayya`amodh yêshua` bânâyv ve'echâyvqadhmiy'êl ubhânâyv benêy-yehudhâh ke'echâdh lenatsêach `al-`osêhhammelâ'khâh bebhêyth hâ'elohiym s benêy chênâdhâdh benêyhemva'achêyhem halviyyim
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Sugestões

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07 de outubro AB 646
JESUS, HOMEM DE ORAÇÃO
Mateus 08-10
Logo após ter falado sobre a persistência na oração, Jesus saiu fazendo um monte de milagres. Por quê, será, não é mesmo?
Em Sua juventude, a madrugada e o crepúsculo vespertino muitas vezes O encontravam sozinho ao lado da montanha ou entre as árvores da floresta, passando uma hora silenciosa de oração e estudo da Palavra de Deus .
Quando o ministério de Cristo estava prestes a iniciar-se, Ele foi batizado pelas mãos de João. Ao sair da água, Ele Se ajoelhou à beira do Jordão e ofereceu ao Pai uma oração como o Céu jamais ouvira antes .
Ao Jesus ajoelhar-Se a beira do Jordão e oferecer Sua prece, a humanidade foi apresentada ao Pai por Aquele que havia coberto Sua divindade.
O próprio Jesus, enquanto Se encontrava entre [homens e mulheres], estava muitas vezes em oração. A oração vinha antes e santificava cada ato de Seu ministério. Por meio da oração Ele foi escudado para o dever e a provação.
...Sua humanidade tornou a oração uma necessidade e um privilégio
Numa vida toda votada ao bem dos outros, o Salvador achou necessário afastar-Se dos lugares movimentados e da multidão que O acompanhava, dia a dia. Precisava retirar-Se de uma vida de incessante atividade e contato com as necessidades humanas, para buscar sossego e ininterrupta comunhão com o Pai. Como uma pessoa identificada conosco, participante de nossas necessidades e fraquezas, dependia inteiramente de Deus, e no lugar oculto de oração buscava força divina, a fim de poder sair escudado para o dever e provação. Num mundo de pecado, Jesus suportou lutas e torturas de alma. Em comunhão com Deus, podia aliviar as dores que O esmagavam. Ali encontrava conforto e alegria .
...Ao terminar Seu trabalho diário, retirava-Se, noite após noite, da confusão da cidade, e Sua silhueta se inclinava em súplica ao Pai. Muitas vezes a claridade da Lua incidia sobre Ele, e de quando em quando as nuvens e trevas afugentavam toda luz. Ele freqüentemente persistia em Suas petições noite adentro, e o orvalho caía sobre Sua cabeça e barba, enquanto Ele permanecia em atitude suplicante. Ele saía revigorado desses momentos de oração, escudado para o dever e a provação .
Nenhuma outra vida já foi tão assoberbada de trabalho e responsabilidade como a de Jesus; todavia, quantas vezes estava Ele em oração! Quão constante era Sua comunhão com o Pai .
Muitos se acham tão absorvidos pelos cuidados e perplexidades mundanos que têm pouco tempo para orar, e sentem pouco interesse na oração. ... E oh, quão fervorosas e ferventes eram Suas súplicas!
Jesus foi um homem de oração.
Fonte: Ellen White.
Valdeci Júnior