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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Amós 8:14|
hannishbâ`iym be'ashmath shomeron ve'âmru chêy 'eloheykhadân vechêy derekh be'êr-shâbha` venâphlu velo'-yâqumu `odh s
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|Amós 9:1|
râ'iythiy 'eth-'adhonây nitsâbh `al-hammizbêach vayyo'merhakh hakkaphtor veyir`ashu hassippiym ubhetsa`am bero'sh kullâmve'achariythâm bacherebh 'eherogh lo'-yânus lâhem nâs velo'-yimmâlêthlâhem pâliyth
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|Amós 9:2|
'im-yachteru bhish'ol mishâm yâdhiy thiqqâchêm ve'im-ya`alu hashâmayim mishâm 'oriydhêm
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|Amós 9:3|
ve'im-yêchâbhe'u bero'shhakkarmel mishâm 'achappês uleqachtiym ve'im-yissâtheru minneghedh`êynay beqarqa` hayyâm mishâm 'atsavveh 'eth-hannâchâsh uneshâkhâm
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|Amós 9:4|
ve'im-yêlekhu bhashebhiy liphnêy 'oybhêyhem mishâm 'atsavveh 'eth-hacherebh vaharâghâtham vesamtiy `êyniy `alêyhem lerâ`âh velo'lethobhâh
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|Amós 9:5|
va'dhonây Adonay hatsebhâ'oth hannoghêa` bâ'âretsvattâmogh ve'âbhelu kol-yoshebhêy bhâh ve`âlthâh khay'or kullâh veshâq`âhkiy'or mitsrâyim
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|Amós 9:6|
habboneh bhashâmayim ma`alotho [ma`alothâyv]va'aghuddâtho `al-'erets yesâdhâh haqqorê' lemêy-hayyâmvayyishpekhêm `al-penêy hâ'ârets Adonay shemo
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|Amós 9:7|
halo' khibhnêykhushiyyiym 'attem liy benêy yisrâ'êl ne'um-Adonay halo' 'eth-yisrâ'êl he`elêythiy mê'erets mitsrayim uphelishtiyyiym mikkaphtorva'arâm miqqiyr
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|Amós 9:8|
hinnêh `êynêy 'adhonây Adonaybammamlâkhâh hachathâ'âh vehishmadhtiy 'othâh mê`al penêyhâ'adhâmâh 'ephes kiy lo' hashmêydh 'ashmiydh 'eth-bêyth ya`aqobh ne'um-Adonay
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|Amós 9:9|
kiy-hinnêh 'ânokhiy metsavveh vahani`othiy bhekhol-haggoyim 'eth-bêyth yisrâ'êl ka'asher yinnoa` bakkebhârâh velo'-yippol tseror 'ârets
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva