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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Zacarías 8:1|
vayhiy debhar-Adonay tsebhâ'oth lê'mor
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2
|Zacarías 8:2|
koh 'âmarAdonay tsebhâ'oth qinnê'thiy letsiyyon qin'âh ghedholâh vechêmâhghedholâh qinnê'thiy lâh
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3
|Zacarías 8:3|
koh 'âmar Adonay shabhtiy 'el-tsiyyonveshâkhantiy bethokh yerushâlâim veniqre'âh yerushâlaim `iyr-hâ'emethvehar-Adonay tsebhâ'oth har haqqodhesh s
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4
|Zacarías 8:4|
koh 'âmar Adonaytsebhâ'oth `odh yêshebhu zeqêniym uzeqênoth birchobhoth yerushâlâim ve'iyshmish`anto beyâdho mêrobh yâmiym
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5
|Zacarías 8:5|
urechobhoth hâ`iyr yimmâle'uyelâdhiym viylâdhoth mesachaqiym birchobhotheyhâ s
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6
|Zacarías 8:6|
koh 'âmarAdonay tsebhâ'oth kiy yippâlê' be`êynêy she'êriyth hâ`âm hazzehbayyâmiym hâhêm gam-be`êynay yippâlê' ne'um Adonaytsebhâ'oth ph
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7
|Zacarías 8:7|
koh 'âmar Adonay tsebhâ'oth hineniy moshiya`'eth-`ammiy mê'erets mizrâch umê'erets mebho' hashâmesh
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8
|Zacarías 8:8|
vehêbhê'thiy.'othâm veshâkhenu bethokh yerushâlâim vehâyu-liy le`âm va'aniy 'ehyehlâhem lê'lohiym be'emeth ubhitsdhâqâh s
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9
|Zacarías 8:9|
koh-'âmar Adonaytsebhâ'oth techezaqnâh yedhêykhem hashome`iym bayyâmiym hâ'êlleh'êth haddebhâriym hâ'êlleh mippiy hannebhiy'iym 'asher beyom yussadhbêyth-Adonay tsebhâ'oth hahêykhâl lehibbânoth
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10
|Zacarías 8:10|
kiy liphnêyhayyâmiym hâhêm sekhar hâ'âdhâm lo' nihyâh usekhar habbehêmâh'êynennâh velayyotsê' velabbâ' 'êyn-shâlom min-hatsâr va'ashallach'eth-kâl-hâ'âdhâm 'iysh berê`êhu
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva