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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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6
|Zacarías 3:6|
vayyâ`adh mal'akh Adonay biyhoshua` lê'mor
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7
|Zacarías 3:7|
koh-'âmar Adonay tsebhâ'oth 'im-bidhrâkhay têlêkh ve'im 'eth-mishmartiy thishmor vegham-'attâh tâdhiyn 'eth-bêythiy vegham tishmor'eth-chatsêrây venâthattiy lekha mahlekhiym bêyn hâ`omedhiym hâ'êlleh
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8
|Zacarías 3:8|
shema`-nâ' yehoshua` hakkohên haggâdhol 'attâh verê`eykhahayyoshebhiym lephâneykha kiy-'anshêy mophêth hêmmâh kiy-hineniymêbhiy' 'eth-`abhdiy tsemach
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9
|Zacarías 3:9|
kiy hinnêh hâ'ebhen 'asher nâthattiy liphnêyyehoshua` `al-'ebhen 'achath shibh`âh `êynâyim hineniy mephattêachpittuchâh ne'um Adonay tsebhâ'oth umashtiy 'eth-`avon hâ'ârets-hahiy' beyom 'echâdh
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10
|Zacarías 3:10|
bayyom hahu' ne'um Adonay tsebhâ'othtiqre'u 'iysh lerê`êhu 'el-tachath gephen ve'el-tachath te'ênâh
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1
|Zacarías 4:1|
vayyâshâbh hammal'âkh haddobhêr biy vay`iyrêniy ke'iysh'asher-yê`or mishenâtho
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2
|Zacarías 4:2|
vayyo'mer 'êlay mâh 'attâh ro'eh vayo'mer[vâ]['omar] râ'iythiy vehinnêh menorath zâhâbh kullâh veghullâh `al-ro'shâh veshibh`âh nêrotheyhâ `âleyhâ shibh`âh veshibh`âh mutsâqoth lannêroth'asher `al-ro'shâh
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3
|Zacarías 4:3|
ushenayim zêythiym `âleyhâ 'echâdh miymiynhaggullâh ve'echâdh `al-semo'lâh
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4
|Zacarías 4:4|
vâ'a`an vâ'omar 'el-hammal'âkhhaddobhêr biy lê'mor mâh-'êlleh 'adhoniy
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5
|Zacarías 4:5|
vayya`an hammal'âkhhaddobhêr biy vayyo'mer 'êlay halo' yâdha`tâ mâh-hêmmâh 'êllehvâ'omar lo' 'adhoniy
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva