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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Hebreus 8:1|
kephalaion de epi tois legomenois toiouton echomen archierea os ekathisen en dexia tou thronou tês megalôsunês en tois ouranois
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2
|Hebreus 8:2|
tôn agiôn leitourgos kai tês skênês tês alêthinês ên epêxen o kurios tsb=kai ouk anthrôpos
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3
|Hebreus 8:3|
pas gar archiereus eis to prospherein dôra te kai thusias kathistatai othen anagkaion echein ti kai touton o prosenegkê
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4
|Hebreus 8:4|
ei men a=oun tsb=gar ên epi gês oud an ên iereus ontôn tôn tsb=iereôn tsb=tôn prospherontôn kata tsb=ton nomon ta dôra
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5
|Hebreus 8:5|
oitines upodeigmati kai skia latreuousin tôn epouraniôn kathôs kechrêmatistai ab=môusês ts=môsês mellôn epitelein tên skênên ora gar phêsin ab=poiêseis ts=poiêsês panta kata ton tupon ton deichthenta soi en tô orei
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6
|Hebreus 8:6|
a=
tsb=nuni de diaphorôteras ab=tetuchen ts=teteuchen leitourgias osô kai kreittonos estin diathêkês mesitês êtis epi kreittosin epaggeliais nenomothetêtai
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7
|Hebreus 8:7|
ei gar ê prôtê ekeinê ên amemptos ouk an deuteras ezêteito topos
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8
|Hebreus 8:8|
memphomenos gar a=autous tsb=autois legei idou êmerai erchontai legei kurios kai suntelesô epi ton oikon israêl kai epi ton oikon iouda diathêkên kainên
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9
|Hebreus 8:9|
ou kata tên diathêkên ên epoiêsa tois patrasin autôn en êmera epilabomenou mou tês cheiros autôn exagagein autous ek gês aiguptou oti autoi ouk enemeinan en tê diathêkê mou kagô êmelêsa autôn legei kurios
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10
|Hebreus 8:10|
oti autê ê diathêkê ên diathêsomai tô oikô israêl meta tas êmeras ekeinas legei kurios didous nomous mou eis tên dianoian autôn kai epi kardias autôn epigrapsô autous kai esomai autois eis theon kai autoi esontai moi eis laon
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva