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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Hebreus 8:1|
kephalaion de epi tois legomenois toiouton echomen archierea os ekathisen en dexia tou thronou tês megalôsunês en tois ouranois
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2
|Hebreus 8:2|
tôn agiôn leitourgos kai tês skênês tês alêthinês ên epêxen o kurios tsb=kai ouk anthrôpos
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3
|Hebreus 8:3|
pas gar archiereus eis to prospherein dôra te kai thusias kathistatai othen anagkaion echein ti kai touton o prosenegkê
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4
|Hebreus 8:4|
ei men a=oun tsb=gar ên epi gês oud an ên iereus ontôn tôn tsb=iereôn tsb=tôn prospherontôn kata tsb=ton nomon ta dôra
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5
|Hebreus 8:5|
oitines upodeigmati kai skia latreuousin tôn epouraniôn kathôs kechrêmatistai ab=môusês ts=môsês mellôn epitelein tên skênên ora gar phêsin ab=poiêseis ts=poiêsês panta kata ton tupon ton deichthenta soi en tô orei
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6
|Hebreus 8:6|
a=
tsb=nuni de diaphorôteras ab=tetuchen ts=teteuchen leitourgias osô kai kreittonos estin diathêkês mesitês êtis epi kreittosin epaggeliais nenomothetêtai
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7
|Hebreus 8:7|
ei gar ê prôtê ekeinê ên amemptos ouk an deuteras ezêteito topos
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8
|Hebreus 8:8|
memphomenos gar a=autous tsb=autois legei idou êmerai erchontai legei kurios kai suntelesô epi ton oikon israêl kai epi ton oikon iouda diathêkên kainên
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9
|Hebreus 8:9|
ou kata tên diathêkên ên epoiêsa tois patrasin autôn en êmera epilabomenou mou tês cheiros autôn exagagein autous ek gês aiguptou oti autoi ouk enemeinan en tê diathêkê mou kagô êmelêsa autôn legei kurios
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10
|Hebreus 8:10|
oti autê ê diathêkê ên diathêsomai tô oikô israêl meta tas êmeras ekeinas legei kurios didous nomous mou eis tên dianoian autôn kai epi kardias autôn epigrapsô autous kai esomai autois eis theon kai autoi esontai moi eis laon
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva