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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Daniel 2:1|
ubhishnath shetayim lemalkhuth nebhukhadhnetsar châlamnebhukhadhnetsar chalomoth vattithpâ`em rucho ushenâtho nihyethâh `âlâyv
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2
|Daniel 2:2|
vayyo'mer hammelekh liqro' lacharthummiym velâ'ashâphiymvelamkhashephiym velakkasdiym lehaggiydh lammelekh chalomothâyvvayyâbho'u vayya`amdhu liphnêy hammelekh
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3
|Daniel 2:3|
vayyo'mer lâhemhammelekh chalom châlâmetiy vattippâ`em ruchiy lâdha`ath 'eth-hachalom
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4
|Daniel 2:4|
vaydhabberu hakkasdiym lammelekh 'arâmiyth malkâ' le`âlemiyncheyiy 'emar chelmâ' le`abhdayikh [l][`abhdhâkh] uphishrâ' nechavvê'
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5
|Daniel 2:5|
`ânêhmalkâ' ve'âmar lekhasdâyê' [l][khasdâ'][êy] millethâ' minniy 'azdâ'.hên lâ' thehodhe`unnaniy chelmâ' uphishrêh haddâmiyn tith`abhdhunubhâttêykhon nevâliy yittesâmun
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6
|Daniel 2:6|
vehên chelmâ' uphishrêh tehachavonmattenân unebhizbâh viyqâr saggiy' teqabbelun min-qodhâmây lâhênchelmâ' uphishrêh hachavoniy
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7
|Daniel 2:7|
`ano thinyânuth ve'âmeriyn malkâ'chelmâ' yê'mar le`abhdhohiy uphishrâh nehachavêh
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8
|Daniel 2:8|
`ânêh malkâ've'âmar min-yatsiybh yâdha` 'anâh diy `iddânâ' 'antun zâbheniynkol-qobhêl diy chazêython diy 'azdâ' minniy millethâ'
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9
|Daniel 2:9|
diy hên-chelmâ'lâ' thehodhe`unnaniy chadhâh-hiy' dhâthkhon umillâh khidhbhâh ushechiythâhhazmintun [hizdemintun] lemê'mar qâdhâmay `adh diy `iddânâ'yishtannê' lâhên chelmâ' 'emaru liy ve'inda` diy phishrêhtehachavunnaniy
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10
|Daniel 2:10|
`ano khasdâyê' [khasdâ'][êy] qodhâm-malkâ've'âmriyn lâ'-'iythay 'anâsh `al-yabbeshtâ' diy millath malkâ' yukhallehachavâyâh kol-qobhêl diy kol-melekh rabh veshalliyth millâh khidhnâhlâ' she'êl lekhol-charthom ve'âshaph vekhasdây
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva