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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Daniel 3:1|
nebhukhadhnetsar malkâ' `abhadh tselêm diy-dhehabh rumêh'ammiyn shittiyn pethâyêh 'ammiyn shith 'aqiymêh bebhiq`ath durâ'bimdhiynath bâbhel
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2
|Daniel 3:2|
unebhukhadhnetsar malkâ' shelach lemikhnashla'achashdarpenayyâ' sighnayyâ' uphachavâthâ' 'adhargâzerayyâ'ghedhobhrayyâ' dethâbhrayyâ' tiphtâyê' vekhol shilthonêy medhiynâthâ' lemêthê'lachanukkath tsalmâ' diy haqêym nebhukhadhnetsar malkâ'
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3
|Daniel 3:3|
bê'dhayinmithkanneshiyn 'achashdarpenayyâ' sighnayyâ' uphachavâthâ''adhargâzrayyâ' ghedhobhrayyâ' dethâbhrayyâ' tiphtâyê' vekhol shilthonêymedhiynâthâ' lachanukkath tsalmâ' diy haqêym nebhukhadhnetsar malkâ'veqâ'amiyn [v][qâymiyn] loqobhêl tsalmâ' diy haqêymnebhukhadhnetsar
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4
|Daniel 3:4|
vekhârozâ' qârê' bhechâyil lekhon 'âmriyn `amemayyâ''ummayyâ' velishânayyâ'
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5
|Daniel 3:5|
be`iddânâ' diy-thishme`un qâl qarnâ'mashroqiythâ' qiythâros [qathros] sabbekhâ' pesantêriyn sumeponeyâhvekhol zenêy zemârâ' tippelun vethisgedhun letselem dahabhâ' diy haqêymnebhukhadhnetsar malkâ'
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6
|Daniel 3:6|
uman-diy-lâ' yippêl veyisgudh bah-sha`athâ'yithremê' legho'-'attun nurâ' yâqidhtâ'
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7
|Daniel 3:7|
kol-qobhêl denâh bêh-zimnâ'kedhiy shâm`iyn kol-`amemayyâ' qâl qarnâ' mashroqiythâ' qiythâros[qathros] sabbekhâ' pesanthêriyn vekhol zenêy zemârâ' nophliynkol-`amemayyâ' 'umayyâ' velishânayyâ' sâghdhiyn letselem dahabhâ'diy haqêym nebhukhadhnetsar malkâ'
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8
|Daniel 3:8|
kol-qobhêl denâh bêh-zimnâ'qeribhu gubhriyn kasdâ'iyn va'akhalu qartsêyhon diy yehudhâyê'
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9
|Daniel 3:9|
`ano ve'âmriyn linbhukhadhnetsar malkâ' malkâ' le`âlmiyn cheyiy
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10
|Daniel 3:10|
'antâh ['ant] malkâ' sâmtâ the`êm diy khol-'enâsh diy-yishma` qâlqarnâ' mashroqiythâ' qiythâros [qathros] sabbekhâ' phesantêriynvesiypponeyâh [v][supponeyâh] vekhol zenêy zemârâ' yippêlveyisgudh letselem dahabhâ'
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva