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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Daniel 1:1|
bishnath shâlosh lemalkhuth yehoyâqiym melekh-yehudhâh bâ'nebhukhadhne'tsar melekh-bâbhel yerushâlaim vayyâtsar `âleyhâ
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2
|Daniel 1:2|
vayyittên 'adhonây beyâdho 'eth-yehoyâqiym melekh-yehudhâh umiqtsâthkelêy bhêyth-hâ'elohiym vaybhiy'êm 'erets-shin`âr bêyth 'elohâyvve'eth-hakkêliym hêbhiy' bêyth 'otsar 'elohâyv
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3
|Daniel 1:3|
vayyo'merhammelekh le'ashpenaz rabh sâriysâyv lehâbhiy' mibbenêy yisrâ'êlumizzera` hammelukhâh umin-happartemiym
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4
|Daniel 1:4|
yelâdhiym 'asher 'êyn-bâhem kol-me'um [mum] vethobhêy mar'eh umaskiyliym bekhol-châkhmâh veyodhe`êy dha`ath umebhiynêy maddâ` va'asher koach bâhemla`amodh behêykhal hammelekh ulalammedhâm sêpher uleshon kasdiym
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5
|Daniel 1:5|
vayman lâhem hammelekh debhar-yom beyomo mippath-baghhammelekh umiyyêyn mishtâyv uleghaddelâm shâniym shâloshumiqtsâthâm ya`amdhu liphnêy hammelekh
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6
|Daniel 1:6|
vayhiy bhâhem mibbenêyyehudhâh dâniyyê'l chananyâh miyshâ'êl va`azaryâh
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7
|Daniel 1:7|
vayyâsemlâhem sar hassâriysiym shêmoth vayyâsem ledhâniyyê'l bêlethesha'tsarvelachananyâh shadhrakh ulemiyshâ'êl mêyshakh vela`azaryâh `abhêdhngho
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8
|Daniel 1:8|
vayyâsem dâniyyê'l `al-libbo 'asher lo'-yithgâ'al bephathbaghhammelekh ubheyêyn mishtâyv vaybhaqqêsh misar hassâriysiym 'asherlo' yithgâ'âl
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9
|Daniel 1:9|
vayyittên hâ'elohiym 'eth-dâniyyê'l lechesedhulerachamiym liphnêy sar hassâriysiym
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10
|Daniel 1:10|
vayyo'mer sarhassâriysiym ledhâniyyê'l yârê' 'aniy 'eth-'adhoniy hammelekh 'asher.minnâh 'eth-ma'akhalkhem ve'eth-mishtêykhem 'asher lâmmâh yir'eh'eth-penêykhem zo`aphiym min-haylâdhiym 'asher keghiylkhemvechiyyabhtem 'eth-ro'shiy lammelekh
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva