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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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21
|Daniel 5:21|
umin-benêy 'anâshâ' theriydh velibhebhêh `im-chêyvthâ' sheviy [shavviyv]ve`im-`arâdhayyâ' medhorêh `isbâ' khethoriyn yetha`amunnêh umithalshemayyâ' gishmêh yitsthabba` `adh diy-yedha` diy-shalliyth 'elâhâ' `illâyâ'[`illâ'][âh] bemalkhuth 'anâshâ' uleman-diy yitsbêh yehâqêym `alayêh[`alah]
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22
|Daniel 5:22|
ve'antâh [v]['ant] berêh bêlesha'tsar lâ' hashpêlet libhebhâkhkol-qobhêl diy khol-denâh yedha`tâ
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23
|Daniel 5:23|
ve`al mârê'-shemayyâ'hithromamtâ ulemâ'nayyâ' dhiy-bhaythêh haythiyv qâdhâmayikh.[qâdhâmâkh] ve'antâh [v]['ant] verabhrebhânayikh [v][rabhrebhânâkh]shêghelâthâkh ulechênâthâkh chamrâ' shâthayin behon velê'lâhêy khaspâ'-vedhahabhâ' nechâshâ' pharzelâ' 'â`â' ve'abhnâ' diy lâ'-châzayin velâ'-shâm`iyn velâ' yâdh`iyn shabbachtâ velê'lâhâ' diy-nishmethâkh biydhêhvekhol-'orechâthâkh lêh lâ' haddartâ
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24
|Daniel 5:24|
bê'dhayin min-qodhâmohiysheliyaach passâ' dhiy-yedhâ' ukhethâbhâ' dhenâh reshiym
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25
|Daniel 5:25|
udhenâh khethâbhâ'diy reshiym menê' menê' teqêl upharsiyn
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26
|Daniel 5:26|
denâh peshar-millethâ'menê' menâh-'elâhâ' malkhuthâkh vehashlemah
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27
|Daniel 5:27|
teqêl teqiyltâhbhemo'zanyâ' vehishtekhachat chassiyr
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28
|Daniel 5:28|
perês periysath malkhuthâkhviyhiybhath lemâdhay uphârâs
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29
|Daniel 5:29|
bê'dhayin 'amar bêlesha'tsar vehalbiyshuledhâniyyê'l 'argevânâ' vehammonekhâ' [v][hamniykh][â'] dhiy-dhahabhâ' `al-tsavve'rêh vehakhrizu `alohiy diy-lehevê' shalliyth taltâ'bemalkhuthâ'
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30
|Daniel 5:30|
bêh belêylyâ' qethiyl bêle'shatsar malkâ' khasdâyâ'[khasdâ'][âh] ph
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva