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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Daniel 7:1|
bishnath chadhâh lebhêle'shatsar melekh bâbhel dâniyyê'l chêlemchazâh vechezvêy rê'shêh `al-mishkebhêh bê'dhayin chelmâ' khethabh rê'shmilliyn 'amar
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2
|Daniel 7:2|
`ânêh dhâniyyê'l ve'âmar châzêh havêyth bechezviy`im-lêylyâ' va'aru 'arba` ruchêy shemayyâ' meghiychân leyammâ'rabbâ'
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3
|Daniel 7:3|
ve'arba` chêyvân rabhrebhân solqân min-yammâ' shânyândâ' min-dâ'
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4
|Daniel 7:4|
qadhmâythâ' khe'aryêh veghappiyn diy-neshar lah châzêhhavêyth `adh diy-meriythu ghappayh unethiylath min-'ar`â' ve`al-raghlayinke'enâsh hoqiymath ulebhabh 'enâsh yehiybh lah
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5
|Daniel 7:5|
va'aru chêyvâh 'ochoriythinyânâh dâmyâh ledhobh velisthar-chadh hoqimath uthelâth `il`iynbephummah bêyn shinnayyah [shinnah] vekhên 'âmriyn lah qumiy'akhuliy besar saggiy'
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6
|Daniel 7:6|
bâ'thar denâh châzêh havêyth va'aru 'ochoriy.kinmar velah gappiyn 'arba` diy-`oph `al-gabbayyah [gabbah]ve'arbe`âh rê'shiyn lechêyvthâ' veshâlthân yehiybh lah
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7
|Daniel 7:7|
bâ'thar denâhchâzêh havêyth bechezvêy lêylyâ' va'aru chêyvâh rebhiy`âyâh[rebhiy`â'âh] dechiylâh ve'êymthâniy vethaqqiyphâ' yattiyrâ' veshinnayindiy-pharzel lah rabhrebhân 'âkhlâh umaddeqâh ushe'ârâ' beraghlayyah[b][raghlah] râphsâh vehiy' meshanneyâh min-kâl-chêyvâthâ' diyqâdhâmayh veqarnayin `asar lah
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8
|Daniel 7:8|
mistakkal havêyth beqarnayyâ'va'alu qeren 'ochoriy ze`êyrâh silqâth bêynêyhon [bêynêyhên] uthelâthmin-qarnayyâ' qadhmâyâthâ' 'eth`aqaru ['eth`aqarâh] min-qodhâmayyah [qodhâmah] va'alu `ayniyn ke`aynêy 'anâshâ'beqarnâ'-dhâ' uphum memallil rabhrebhân
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9
|Daniel 7:9|
châzêh havêyth `adh diykhorsâvân remiyv ve`attiyq yomiyn yethibh lebhushêh kithlagh chivvâr use`arrê'shêh ka`amar neqê' korseyêh shebhiybhiyn diy-nur galgillohiy nurdâliq
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10
|Daniel 7:10|
nehar diy-nur nâghêdh venâphêq min-qodhâmohiy 'eleph'alphayim ['alphiyn] yeshammeshunnêh veribbo rabbevân [ribhebhân]qâdhâmohiy yequmun diynâ' yethibh vesiphriyn pethiychu
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Sugestões

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07 de outubro AB 646
JESUS, HOMEM DE ORAÇÃO
Mateus 08-10
Logo após ter falado sobre a persistência na oração, Jesus saiu fazendo um monte de milagres. Por quê, será, não é mesmo?
Em Sua juventude, a madrugada e o crepúsculo vespertino muitas vezes O encontravam sozinho ao lado da montanha ou entre as árvores da floresta, passando uma hora silenciosa de oração e estudo da Palavra de Deus .
Quando o ministério de Cristo estava prestes a iniciar-se, Ele foi batizado pelas mãos de João. Ao sair da água, Ele Se ajoelhou à beira do Jordão e ofereceu ao Pai uma oração como o Céu jamais ouvira antes .
Ao Jesus ajoelhar-Se a beira do Jordão e oferecer Sua prece, a humanidade foi apresentada ao Pai por Aquele que havia coberto Sua divindade.
O próprio Jesus, enquanto Se encontrava entre [homens e mulheres], estava muitas vezes em oração. A oração vinha antes e santificava cada ato de Seu ministério. Por meio da oração Ele foi escudado para o dever e a provação.
...Sua humanidade tornou a oração uma necessidade e um privilégio
Numa vida toda votada ao bem dos outros, o Salvador achou necessário afastar-Se dos lugares movimentados e da multidão que O acompanhava, dia a dia. Precisava retirar-Se de uma vida de incessante atividade e contato com as necessidades humanas, para buscar sossego e ininterrupta comunhão com o Pai. Como uma pessoa identificada conosco, participante de nossas necessidades e fraquezas, dependia inteiramente de Deus, e no lugar oculto de oração buscava força divina, a fim de poder sair escudado para o dever e provação. Num mundo de pecado, Jesus suportou lutas e torturas de alma. Em comunhão com Deus, podia aliviar as dores que O esmagavam. Ali encontrava conforto e alegria .
...Ao terminar Seu trabalho diário, retirava-Se, noite após noite, da confusão da cidade, e Sua silhueta se inclinava em súplica ao Pai. Muitas vezes a claridade da Lua incidia sobre Ele, e de quando em quando as nuvens e trevas afugentavam toda luz. Ele freqüentemente persistia em Suas petições noite adentro, e o orvalho caía sobre Sua cabeça e barba, enquanto Ele permanecia em atitude suplicante. Ele saía revigorado desses momentos de oração, escudado para o dever e a provação .
Nenhuma outra vida já foi tão assoberbada de trabalho e responsabilidade como a de Jesus; todavia, quantas vezes estava Ele em oração! Quão constante era Sua comunhão com o Pai .
Muitos se acham tão absorvidos pelos cuidados e perplexidades mundanos que têm pouco tempo para orar, e sentem pouco interesse na oração. ... E oh, quão fervorosas e ferventes eram Suas súplicas!
Jesus foi um homem de oração.
Fonte: Ellen White.
Valdeci Júnior