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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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21
|Daniel 7:21|
châzêh havêyth veqarnâ' dhikkên `âbhdhâh qerâbh `im-qaddiyshiynveyâkhlâh lehon
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22
|Daniel 7:22|
`adh diy-'athâh `attiyq yomayyâ' vedhiynâ' yehibhleqaddiyshêy `elyoniyn vezimnâ' methâh umalkhuthâ' hechesinuqaddiyshiyn
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23
|Daniel 7:23|
kên 'amar chêyvthâ' rebhiy`âythâ' malkhu rebhiy`âyâ'[rebhiy`â'âh] tehevê' bhe'ar`â' diy thishnê' min-kâl-malkhevâthâ' vethê'khulkol-'ar`â' uthedhushinnah vethaddeqinnah
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24
|Daniel 7:24|
veqarnayyâ' `asar minnahmalkhuthâh `asrâh malkhiyn yequmun ve'ochorân yequm 'acharêyhonvehu' yishnê' min-qadhmâyê' uthelâthâh malkhiyn yehashpil
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25
|Daniel 7:25|
umilliynletsadh `illâyâ' [`illâ'][âh] yemallil uleqaddiyshêy `elyoniyn yebhallê'veyisbar lehashnâyâh zimniyn vedhâth veyithyahabhun biydhêh `adh-`iddânve`iddâniyn uphelagh `iddân
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26
|Daniel 7:26|
vedhiynâ' yittibh veshâlthânêh yeha`donlehashmâdhâh ulehobhâdhâh `adh-sophâ'
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27
|Daniel 7:27|
umalkhuthâh veshâlthânâ' urebhuthâ'diy malkhevâth techoth kol-shemayyâ' yehiybhath le`am qaddiyshêy`elyoniyn malkhuthêh malkhuth `âlam vekhol shâlthânayyâ' lêh yiphlechunveyishtamme`un
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28
|Daniel 7:28|
`adh-kâh sophâ' dhiy-millethâ' 'anâh dhâniyyê'lsaggiy' ra`yonay yebhahalunnaniy veziyvay yishtannon `alayumillethâ' belibbiy nithrêth ph
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva