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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Eclesiastes 3:17|
'âmartiy 'aniy belibbiy 'eth-hatsaddiyq ve'eth-hârâshâ`yishpoth hâ'elohiym kiy-`êth lekhol-chêphets ve`al kol-hamma`aseh shâm
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18
|Eclesiastes 3:18|
'âmartiy 'aniy belibbiy `al-dibhrath benêy hâ'âdhâm lebhârâm.hâ'elohiym velir'oth shehem-behêmâh hêmmâh lâhem
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19
|Eclesiastes 3:19|
kiy miqrehbhenêy-hâ'âdhâm umiqreh habbehêmâh umiqreh 'echâdh lâhem kemothzeh kên moth zeh veruach 'echâdh lakkol umothar hâ'âdhâm min-habbehêmâh 'âyin kiy hakkol hâbhel
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20
|Eclesiastes 3:20|
hakkol holêkh 'el-mâqom'echâdh hakkol hâyâh min-he`âphâr vehakkol shâbh 'el-he`âphâr
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21
|Eclesiastes 3:21|
miyyodhêa` ruach benêy hâ'âdhâm hâ`olâh hiy' lemâ`lâh veruachhabbehêmâh hayyoredheth hiy' lemathâh lâ'ârets
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22
|Eclesiastes 3:22|
verâ'iythiy kiy'êyn thobh mê'asher yismach hâ'âdhâm bema`asâyv kiy-hu' chelqo kiymiy yebhiy'ennu lir'oth bemeh sheyyihyeh 'acharâyv
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1
|Eclesiastes 4:1|
veshabhtiy 'aniy vâ'er'eh 'eth-kâl-hâ`ashuqiym 'asher na`asiymtachath hashâmesh vehinnêh dim`ath hâ`ashuqiym ve'êyn lâhem menachêmumiyyadh `osheqêyhem koach ve'êyn lâhem menachêm
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2
|Eclesiastes 4:2|
veshabbêach'aniy 'eth-hammêthiym shekkebhâr mêthu min-hachayyiym 'asherhêmmâh chayyiym `adhenâh
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3
|Eclesiastes 4:3|
vethobh mishenêyhem 'êth 'asher-`adhenlo' hâyâh 'asher lo'-râ'âh 'eth-hamma`aseh hârâ` 'asher na`asâh tachathhashâmesh
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4
|Eclesiastes 4:4|
verâ'iythiy 'aniy 'eth-kâl-`âmâl ve'êth kol-kishronhamma`aseh kiy hiy' qin'ath-'iysh mêrê`êhu gam-zeh hebhel ure`uthruach
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva