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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Ester 1:21|
vayyiythabh haddâbhârbe`êynêy hammelekh vehasâriym vayya`as hammelekh kidhbharmemukhân
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|Ester 1:22|
vayyishlach sephâriym 'el-kâl-medhiynoth hammelekh 'el-medhiynâh umedhiynâh kikhthâbhâh ve'el-`am vâ`âm kilshono lihyothkol-'iysh sorêr bebhêytho umedhabbêr kilshon `ammo ph
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|Ester 2:1|
'achar haddebhâriym hâ'êlleh keshokh chamath hammelekh'achashvêrosh zâkhar 'eth-vashtiy ve'êth 'asher-`âsâthâh ve'êth 'asher-nighzar`âleyhâ
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|Ester 2:2|
vayyo'mru na`arêy-hammelekh meshârethâyv yebhaqshulammelekh ne`âroth bethuloth thobhoth mar'eh
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|Ester 2:3|
veyaphqêdh hammelekhpeqiydhiym bekhol-medhiynoth malkhutho veyiqbetsu 'eth-kâl-na`arâh-bhethulâh thobhath mar'eh 'el-shushan habbiyrâh 'el-bêyth hannâshiym 'el-yadh hêghe' seriys hammelekh shomêr hannâshiym venâthon tamruqêyhen
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|Ester 2:4|
vehanna`arâh 'asher tiythabh be`êynêy hammelekh timlokh tachath vashtiyvayyiythabh haddâbhâr be`êynêy hammelekh vayya`as kên s
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|Ester 2:5|
'iyshyehudhiy hâyâh beshushan habbiyrâh ushemo mordokhay ben yâ'iyrben-shim`iy ben-qiysh 'iysh yemiyniy
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|Ester 2:6|
'asher hoghlâh miyrushâlayim`im-haggolâh 'asher hoghlethâh `im yekhânyâh melekh-yehudhâh 'asherheghlâh nebhukhadhne'tsar melekh bâbhel
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|Ester 2:7|
vayhiy 'omên 'eth-hadhassâhhiy' 'estêr bath-dodho kiy 'êyn lâh 'âbh vâ'êm vehanna`arâh yephath-to'ar vethobhath mar'eh ubhemoth 'âbhiyhâ ve'immâh leqâchâh mordokhaylo lebhath
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|Ester 2:8|
vayhiy behishâma` debhar-hammelekh vedhâtho ubhehiqqâbhêtsne`âroth rabboth 'el-shushan habbiyrâh 'el-yadh hêghây vattillâqach 'estêr'el-bêyth hammelekh 'el-yadh hêghay shomêr hannâshiym
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva