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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Ester 2:9|
vattiythabhhanna`arâh bhe`êynâyv vattisâ' chesedh lephânâyv vaybhahêl 'eth-tamruqeyhâ ve'eth-mânothehâ lâthêth lâh ve'êth shebha` hanne`ârothhâr'uyoth lâtheth-lâh mibbêyth hammelekh vayshannehâ ve'eth-na`arotheyhâ lethobh bêyth hannâshiym
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10
|Ester 2:10|
lo'-higgiydhâh 'estêr'eth-`ammâh ve'eth-moladhtâh kiy mordokhay tsivvâh `âleyhâ 'asher.lo'-thaggiydh
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11
|Ester 2:11|
ubhekhâl-yom vâyom mordokhay mithhallêkh liphnêychatsar bêyth-hannâshiym lâdha`ath 'eth-shelom 'estêr umah-yê`âseh bâh
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12
|Ester 2:12|
ubhehaggiya` tor na`arâh vena`arâh lâbho' 'el-hammelekh'achashvêrosh miqqêts heyoth lâh kedhâth hannâshiym shenêym `âsâr chodheshkiy kên yimle'u yemêy meruqêyhen shishâh chodhâshiym beshemenhammor veshishâh chodhâshiym babbesâmiym ubhethamruqêy hannâshiym
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13
|Ester 2:13|
ubhâzeh hanna`arâh bâ'âh 'el-hammelekh 'êth kol-'asher to'maryinnâthên lâh lâbho' `immâh mibbêyth hannâshiym `adh-bêyth hammelekh
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14
|Ester 2:14|
bâ`erebh hiy' bhâ'âh ubhabboqer hiy' shâbhâh 'el-bêyth hannâshiymshêniy 'el-yadh sha`ashghaz seriys hammelekh shomêr happiylaghshiymlo'-thâbho' `odh 'el-hammelekh kiy 'im-châphêts bâh hammelekhveniqre'âh bheshêm
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15
|Ester 2:15|
ubhehaggiya` tor-'estêr bath-'abhiychayil dodhmordokhay 'asher lâqach-lo lebhath lâbho' 'el-hammelekh lo' bhiqshâh dâbhârkiy 'im 'eth-'asher yo'mar hêghay seriys-hammelekh shomêr hannâshiymvattehiy 'estêr nosê'th chên be`êynêy kol-ro'eyhâ
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16
|Ester 2:16|
vattillâqach'estêr 'el-hammelekh 'achashvêrosh 'el-bêyth malkhutho bachodheshhâ`asiyriy hu'-chodhesh thêbhêth bishnath-shebha` lemalkhutho
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|Ester 2:17|
vayye'ehabhhammelekh 'eth-'estêr mikkol-hannâshiym vattisâ'-chên vâchesedhlephânâyv mikkol-habbethuloth vayyâsem kether-malkhuth bero'shâhvayyamliykhehâ tachath vashtiy
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|Ester 2:18|
vayya`as hammelekh mishteh ghâdhollekhol-sârâyv va`abhâdhâyv 'êth mishtêh 'estêr vahanâchâh lammedhiynoth`âsâh vayyittên mas'êth keyadh hammelekh
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva