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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Isaías 63:1|
miy-zeh bâ' mê'edhom chamuts beghâdhiym mibbotsrâh zehhâdhur bilbhusho tso`eh berobh kocho 'aniy medhabbêr bitsdhâqâh rabhlehoshiya`
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|Isaías 63:2|
maddua` 'âdhom lilbhushekha ubheghâdheykha kedhorêkh beghath
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|Isaías 63:3|
purâh dârakhtiy lebhaddiy umê`ammiym 'êyn-'iysh 'ittiy ve'edhrekhêmbe'appiy ve'ermesêm bachamâthiy veyêz nitschâm `al-beghâdhay vekhol-malbushay 'egh'âltiy
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4
|Isaías 63:4|
kiy yom nâqâm belibbiy ushenath ge'ulay bâ'âh
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|Isaías 63:5|
ve'abbiyth ve'êyn `ozêr ve'eshtomêm ve'êyn somêkh vattosha` liyzero`iy vachamâthiy hiy' semâkhothniy
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6
|Isaías 63:6|
ve'âbhus `ammiym be'appiyva'ashakkerêm bachamâthiy ve'oriydh lâ'ârets nitschâm s
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7
|Isaías 63:7|
chasdhêyAdonay 'azkiyr tehilloth Adonay ke`al kol 'asher-gemâlânuAdonay verabh-thubh lebhêyth yisrâ'êl 'asher-gemâlâm kerachamâyvukherobh chasâdhâyv
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8
|Isaías 63:8|
vayyo'mer 'akh-`ammiy hêmmâh bâniym lo'yeshaqqêru vayhiy lâhem lemoshiya`
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9
|Isaías 63:9|
bekhol-tsârâthâm lo' [lo] tsârumal'akh pânâyv hoshiy`âm be'ahabhâtho ubhechemlâtho hu' ghe'âlâmvaynathelêm vaynase'êm kol-yemêy `olâm
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10
|Isaías 63:10|
vehêmmâh mâruve`itsebhu 'eth-ruach qodhsho vayyêhâphêkh lâhem le'oyêbh hu' nilcham-bâm
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva