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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Marcos 7:1|
kai sunagontai pros auton oi pharisaioi kai tines tôn grammateôn elthontes apo ierosolumôn
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2
|Marcos 7:2|
kai idontes tinas tôn mathêtôn autou a=oti koinais chersin tout estin aniptois a=esthiousin a=tous tsb=esthiontas artous tsb=emempsanto
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3
|Marcos 7:3|
oi gar pharisaioi kai pantes oi ioudaioi ean mê pugmê nipsôntai tas cheiras ouk esthiousin kratountes tên paradosin tôn presbuterôn
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4
|Marcos 7:4|
kai a=ap tsb=apo agoras ean mê baptisôntai ouk esthiousin kai alla polla estin a parelabon kratein baptismous potêriôn kai xestôn kai chalkiôn a=[kai tsb=kai a=klinôn] tsb=klinôn
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5
|Marcos 7:5|
a=kai tsb=epeita eperôtôsin auton oi pharisaioi kai oi grammateis ab=dia ab=ti ts=diati a=ou a=peripatousin oi mathêtai sou tsb=ou tsb=peripatousin kata tên paradosin tôn presbuterôn alla a=koinais tsb=aniptois chersin esthiousin ton arton
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6
|Marcos 7:6|
o de tsb=apokritheis eipen autois tsb=oti kalôs a=eprophêteusen tsb=proephêteusen êsaias peri umôn tôn upokritôn ôs gegraptai a=[oti] outos o laos tois cheilesin me tima ê de kardia autôn porrô apechei ap emou
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7
|Marcos 7:7|
matên de sebontai me didaskontes didaskalias entalmata anthrôpôn
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8
|Marcos 7:8|
aphentes tsb=gar tên entolên tou theou krateite tên paradosin tôn anthrôpôn tsb=baptismous tsb=xestôn tsb=kai tsb=potêriôn tsb=kai tsb=alla tsb=paromoia tsb=toiauta tsb=polla tsb=poieite
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9
|Marcos 7:9|
kai elegen autois kalôs atheteite tên entolên tou theou ina tên paradosin umôn a=stêsête tsb=têrêsête
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10
|Marcos 7:10|
a=môusês tsb=môsês gar eipen tima ton patera sou kai tên mêtera sou kai o kakologôn patera ê mêtera thanatô teleutatô
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva