-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
31
|Marcos 8:31|
kai êrxato didaskein autous oti dei ton uion tou anthrôpou polla pathein kai apodokimasthênai a=upo tsb=apo tôn presbuterôn kai ab=tôn archiereôn kai ab=tôn grammateôn kai apoktanthênai kai meta treis êmeras anastênai
-
32
|Marcos 8:32|
kai parrêsia ton logon elalei kai proslabomenos tsb=auton o petros a=auton êrxato epitiman autô
-
33
|Marcos 8:33|
o de epistrapheis kai idôn tous mathêtas autou epetimêsen tsb=tô petrô a=kai a=legei tsb=legôn upage opisô mou satana oti ou phroneis ta tou theou alla ta tôn anthrôpôn
-
34
|Marcos 8:34|
kai proskalesamenos ton ochlon sun tois mathêtais autou eipen autois a=ei a=tis tsb=ostis thelei opisô mou ab=akolouthein ts=elthein aparnêsasthô eauton kai aratô ton stauron autou kai akoloutheitô moi
-
35
|Marcos 8:35|
os gar a=ean tsb=an thelê tên psuchên autou sôsai apolesei autên os d an a=apolesei tsb=apolesê tên b=eautou psuchên ats=autou eneken emou kai tou euaggeliou tsb=outos sôsei autên
-
36
|Marcos 8:36|
ti gar a=ôphelei tsb=ôphelêsei anthrôpon a=kerdêsai tsb=ean tsb=kerdêsê ton kosmon olon kai a=zêmiôthênai tsb=zêmiôthê tên psuchên autou
-
37
|Marcos 8:37|
tsb=ê ti a=gar a=doi tsb=dôsei anthrôpos antallagma tês psuchês autou
-
38
|Marcos 8:38|
os gar ab=ean ts=an epaischunthê me kai tous emous logous en tê genea tautê tê moichalidi kai amartôlô kai o uios tou anthrôpou epaischunthêsetai auton otan elthê en tê doxê tou patros autou meta tôn aggelôn tôn agiôn
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva