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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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5
|Miquéias 7:5|
'al-ta'amiynu bherêa` 'al-tibhthechu be'alluph mishokhebheth chêyqekha shemorpithchêy-phiykha
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6
|Miquéias 7:6|
kiy-bhên menabbêl 'âbh bath qâmâh bhe'immâh kallâhbachamothâh 'oyebhêy 'iysh 'anshêy bhêytho
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7
|Miquéias 7:7|
va'aniy bayhvh 'atsappeh'ochiylâh lê'lohêy yish`iy yishmâ`êniy 'elohây
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8
|Miquéias 7:8|
'al-tismechiy 'oyabhtiyliy kiy nâphaltiy qâmetiy kiy-'êshêbh bachoshekh Adonay 'or liy s
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9
|Miquéias 7:9|
za`aph Adonay 'esâ' kiy châthâ'thiy lo `adh 'asher yâriybh riybhiyve`âsâh mishpâthiy yotsiy'êniy lâ'or 'er'eh betsidhqâtho
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10
|Miquéias 7:10|
vethêre''oyabhtiy uthekhassehâ bhushâh hâ'omerâh 'êlay 'ayyo Adonay'elohâyikh `êynay tir'eynnâh bâh `attâh tihyeh lemirmâs kethiyth chutsoth
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11
|Miquéias 7:11|
yom libhnoth gedhêrâyikh yom hahu' yirchaq-choq
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12
|Miquéias 7:12|
yom hu've`âdheykha yâbho' leminniy 'ashur ve`ârêy mâtsor uleminniy mâtsorve`adh-nâhâr veyâm miyyâm vehar hâhâr
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13
|Miquéias 7:13|
vehâyethâh hâ'âretslishmâmâh `al-yoshebheyhâ mipperiy ma`alelêyhem s
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14
|Miquéias 7:14|
re`êh`ammekha bheshibhthekha tso'n nachalâthekha shokheniy lebhâdhâdh ya`ar bethokhkarmel yir`u bhâshân veghil`âdh kiymêy `olâm
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva