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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Miquéias 3:11|
râ'sheyhâ beshochadh yishpothu vekhohaneyhâbimchiyr yoru unebhiy'eyhâ bekheseph yiqsomu ve`al-Adonayyishâ`ênu lê'mor halo' Adonay beqirbênu lo'-thâbho' `âlêynu râ`âh
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12
|Miquéias 3:12|
lâkhên bighlalkhem tsiyyon sâdheh thêchârêsh viyrushâlaim `iyyiyntihyeh vehar habbayith lebhâmoth yâ`ar ph
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1
|Miquéias 4:1|
vehâyâh be'achariyth hayyâmiym yihyeh har bêyth-Adonay nâkhon bero'sh hehâriym venisâ' hu' miggebhâ`oth venâharu`âlâyv `ammiym
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2
|Miquéias 4:2|
vehâlekhu goyim rabbiym ve'âmeru lekhu vena`aleh'el-har-Adonay ve'el-bêyth 'elohêy ya`aqobh veyorênumidderâkhâyv venêlekhâh be'orechothâyv kiy mitsiyyon têtsê' thorâhudhebhar-Adonay miyrushâlâim
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3
|Miquéias 4:3|
veshâphath bêyn `ammiym rabbiymvehokhiyach leghoyim `atsumiym `adh-râchoq vekhittethu charbhothêyhemle'ittiym vachaniythothêyhem lemazmêroth lo'-yis'u goy 'el-goy cherebhvelo'-yilmedhun `odh milchâmâh
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4
|Miquéias 4:4|
veyâshebhu 'iysh tachath gaphno vethachathte'ênâtho ve'êyn machariydh kiy-phiy Adonay tsebhâ'oth dibbêr
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5
|Miquéias 4:5|
kiykol-hâ`ammiym yêlekhu 'iysh beshêm 'elohâyv va'anachnu nêlêkhbeshêm-Adonay 'elohêynu le`olâm vâ`edh ph
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6
|Miquéias 4:6|
bayyom hahu'ne'um-Adonay 'osephâh hatsolê`âh vehanniddâchâh 'aqabbêtsâhva'asher harê`othiy
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7
|Miquéias 4:7|
vesamtiy 'eth-hatsolê`âh lish'êriyth vehannahalâ'âhleghoy `âtsum umâlakh Adonay `alêyhem behar tsiyyon mê`attâh.ve`adh-`olâm ph
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8
|Miquéias 4:8|
ve'attâh mighdal-`êdher `ophel bath-tsiyyon `âdheykhatê'theh ubhâ'âh hammemshâlâh hâri'shonâh mamlekheth lebhath-yerushâlâim
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva