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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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20
|Daniel 2:20|
`ânêh dhâniyyê'l ve'âmar lehevê' shemêh diy-'elâhâ' mebhârakhmin-`âlmâ' ve`adh-`âlmâ' diy châkhmethâ' ughebhurethâ' diy lêh-hiy'
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21
|Daniel 2:21|
vehu' mehashnê' `iddânayyâ' vezimnayyâ' meha`dêh malkhiyn.umehâqêym malkhiyn yâhêbh châkhmethâ' lechakkiymiyn umande`â'leyâdh`êy bhiynâh
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22
|Daniel 2:22|
hu' gâlê' `ammiyqâthâ' umesatterâthâ' yâdha`mâh bhachashokhâ' unehiyrâ' [u][nehor][â'] `immêh sherê'
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23
|Daniel 2:23|
lâkh 'elâh'abhâhâthiy mehodhê' umeshabbach 'anâh diy châkhmethâ' ughebhurethâ' yehabhtliy ukhe`an hodha`taniy diy-bhe`êynâ' minnâkh diy-millath malkâ'hodha`tenâ'
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24
|Daniel 2:24|
kol-qobhêl denâh dâniyyê'l `al `al-'aryokh diy manniymalkâ' lehobhâdhâh lechakkiymêy bhâbhel 'azal vekhên 'amar-lêhlechakkiymêy bhâbhel 'al-tehobhêdh ha`êleniy qodhâm malkâ' uphishrâ'lemalkâ' 'achavvê' s
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25
|Daniel 2:25|
'edhayin 'aryokh behithbehâlâh han`êlledhâniyyê'l qodhâm malkâ' vekhên 'amar-lêh diy-hashkachath gebharmin-benêy ghâluthâ' diy yehudh diy phishrâ' lemalkâ' yehodha`
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26
|Daniel 2:26|
`ânêhmalkâ' ve'âmar ledhâniyyê'l diy shemêh bêlethesha'tsar ha'iythayikh[ha]['iythâkh] kâhêl lehodhâ`uthaniy chelmâ' dhiy-chazêyth uphishrêh
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27
|Daniel 2:27|
`ânêh dhâniyyê'l qodhâm malkâ' ve'âmar râzâh diy-malkâ' shâ'êllâ' chakkiymiyn 'âshphiyn charthummiyn gâzriyn yâkhliyn lehachavâyâhlemalkâ'
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28
|Daniel 2:28|
beram 'iythay 'elâh bishmayyâ' gâlê' râziyn vehodha`lemalkâ' nebhukhadhnetsar mâh diy lehevê' be'achariyth yomayyâ'chelmâkh vechezvêy rê'shâkh `al-mishkebhâkh denâh hu' ph
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29
|Daniel 2:29|
'antâh ['ant]malkâ' ra`yonâkh `al-mishkebhâkh seliqu mâh diy lehevê' 'acharêydhenâh veghâlê' râzayyâ' hodhe`âkh mâh-dhiy lehevê'
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva