-
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
30
|Daniel 2:30|
va'anâh lâ'bhechâkhmâh diy-'iythay biy min-kâl-chayyayyâ' râzâ' dhenâh geliy liylâhên `al-dibhrath diy phishrâ' lemalkâ' yehodhe`un vera`yonêy libhebhâkhtinda`
-
31
|Daniel 2:31|
'antâh ['ant] malkâ' châzêh havaythâ va'alu tselêm chadhsaggiy' tsalmâ' dikkên rabh veziyvêh yattiyr qâ'êm leqâbhlâkh verêvêhdechiyl
-
32
|Daniel 2:32|
hu' tsalmâ' rê'shêh diy-dhehabh thâbh chadhohiy udherâ`ohiy diykhesaph me`ohiy veyarkhâthêh diy nechâsh
-
33
|Daniel 2:33|
shâqohiy diy pharzel raghlohiyminnehon [minnehêyn] diy pharzel uminnehon [u][minnehêyn] diychasaph
-
34
|Daniel 2:34|
châzêh havaythâ `adh diy hithgezereth 'ebhen diy-lâ' bhiydhayinumechâth letsalmâ' `al-raghlohiy diy pharzelâ' vechaspâ' vehaddêqethhimmon
-
35
|Daniel 2:35|
bê'dhayin dâqu khachadhâh parzelâ' chaspâ' nechâshâ' kaspâ'vedhahabhâ' vahavo ke`ur min-'idderêy-qayith unesâ' himmon ruchâ'vekhol-'athar lâ'-hishtakhach lehon ve'abhnâ' diy-mechâth letsalmâ' havâth.lethur rabh umelâth kol-'ar`â'
-
36
|Daniel 2:36|
denâh chelmâ' uphishrêh nê'mar qodhâm-malkâ'
-
37
|Daniel 2:37|
'antâh ['ant] malkâ' melekh malkhayyâ' diy 'elâhshemayyâ' malkhuthâ' chisnâ' vethoqpâ' viyqârâ' yehabh-lâkh
-
38
|Daniel 2:38|
ubhekhâl-diy dhâ'ariyn [dhâyriyn] benêy-'anâshâ' chêyvath bârâ' ve`oph-shemayyâ'yehabh biydhâkh vehashlethâkh bekhâllhon 'antâh ['ant]-hu' rê'shâh diydhahabhâ'
-
39
|Daniel 2:39|
ubhâthrâkh tequm malkhu 'ochoriy 'ara`' minnâkh umalkhutheliythâyâ' [theliythâ'âh] 'ochoriy diy nechâshâ' diy thishlath bekhol-'ar`â'
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva