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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Josué 15:1|
vayhiy haggorâl lemathêh benêy yehudhâh lemishpechothâm'el-gebhul 'edhom midhbar-tsin neghbâh miqtsêh thêymân
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2
|Josué 15:2|
vayhiy lâhemgebhul neghebh miqtsêh yâm hammelach min-hallâshon happonehneghbâh
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3
|Josué 15:3|
veyâtsâ' 'el-minneghebh lema`alêh `aqrabbiym ve`âbhar tsinâhve`âlâh minneghebh leqâdhêsh barnêa` ve`âbhar chetsron ve`âlâh 'addârâhvenâsabh haqqarqâ`âh
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4
|Josué 15:4|
ve`âbhar `atsmonâh veyâtsâ' nachal mitsrayimvehâyâh [v][hâyu] thotse'oth haggebhul yâmmâh zeh-yihyeh lâkhemgebhul neghebh
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5
|Josué 15:5|
ughebhul qêdhemâh yâm hammelach `adh-qetsêh hayyardênughebhul liph'ath tsâphonâh milleshon hayyâm miqtsêh hayyardên
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6
|Josué 15:6|
ve`âlâhhaggebhul bêyth choghlâh ve`âbhar mitsephon lebhêyth hâ`arâbhâh ve`âlâhhaggebhul 'ebhenbbohanbben-re'ubhên
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7
|Josué 15:7|
ve`âlâh haggebhul debhirâhmê`êmeq `âkhor vetsâphonâh poneh 'el-haggilgâl 'asher-nokhachlema`alêh 'adhummiym 'asher minneghebh lannâchal ve`âbhar haggebhul'el-mêy-`êyn shemesh vehâyu thotse'othâyv 'el-`êynroghêl
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8
|Josué 15:8|
ve`âlâhhaggebhul gêy bhen-hinnom 'el-ketheph haybhusiy minneghebh hiy'yerushâlâim ve`âlâh haggebhul 'el-ro'sh hâhâr 'asher `al-penêy ghêy-hinnom yâmmâh 'asher biqtsêh `êmeq-rephâ'iym tsâphonâh
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9
|Josué 15:9|
vethâ'arhaggebhul mêro'sh hâhâr 'el-ma`yan mêy nephtoach veyâtsâ' 'el-`ârêyhar-`ephron vethâ'ar haggebhul ba`alâh hiy' qiryathy`âriym
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10
|Josué 15:10|
venâsabhhaggebhul mibba`alâh yâmmâh 'el-har sê`iyr ve`âbhar 'el-ketheph har-ye`âriym mitsâphonâh hiy' khesâlon veyâradh bêyth-shemesh ve`âbhartimnâh
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva