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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Josué 22:1|
'âz yiqrâ' yehoshua` lâr'ubhêniy velaggâdhiy velachatsiymathêh menasheh
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2
|Josué 22:2|
vayyo'mer 'alêyhem 'attem shemartem 'êthkol-'asher tsivvâh 'ethkhem mosheh `ebhedh Adonay vattishme`u bheqoliylekhol 'asher-tsivviythiy 'ethkhem
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3
|Josué 22:3|
lo'-`azabhtem 'eth-'achêykhem zehyâmiym rabbiym `adh hayyom hazzeh ushemartem 'eth-mishmerethmitsvath Adonay 'elohêykhem
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4
|Josué 22:4|
ve`attâh hêniyach Adonay'elohêykhem la'achêykhem ka'asher dibber lâhem ve`attâh penu ulekhulâkhem le'oholêykhem 'el-'erets 'achuzzathkhem 'asher nâthan lâkhemmosheh `ebhedh Adonay be`êbher hayyardên
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5
|Josué 22:5|
raq shimru me'odhla`asoth 'eth-hammitsvâh ve'eth-hattorâh 'asher tsivvâh 'ethkhem mosheh`ebhedh-Adonay le'ahabhâh 'eth-Adonay 'elohêykhem velâlekhethbekhol-derâkhâyv velishmor mitsvothâyv uledhâbhqâh-bho ule`âbhdho bekhol-lebhabhkhem ubhekhâl-naphshekhem
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6
|Josué 22:6|
vaybhârkhêm yehoshua` vayshallechêmvayyêlekhu 'el-'oholêyhem s
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7
|Josué 22:7|
velachatsiy shêbheth hamnasheh nâthanmosheh babbâshân ulechetsyo nâthan yehoshua` `im-'achêyhem mê`êbher[b][`êbher] hayyardên yâmmâh vegham kiy shillechâm yehoshua`'el-'oholêyhem vaybhârakhêm
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8
|Josué 22:8|
vayyo'mer 'alêyhem lê'morbinkhâsiym rabbiym shubhu 'el-'oholêykhem ubhemiqneh rabh-me'odhbekheseph ubhezâhâbh ubhinchosheth ubhebharzel ubhislâmoth harbêh me'odhchilqu shelal-'oyebhêykhem `im-'achêykhem ph
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9
|Josué 22:9|
vayyâshubhu vayyêlekhubenêy-re'ubhên ubhenêy-ghâdh vachatsiy shêbheth hamnasheh mê'êth benêyyisrâ'êl mishiloh 'asher be'erets-kenâ`an lâlekheth 'el-'erets haggil`âdh'el-'erets 'achuzzâthâm 'asher no'chazu-bhâh `al-piy Adonay beyadh-mosheh
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10
|Josué 22:10|
vayyâbho'u 'el-geliyloth hayyardên 'asher be'erets kenâ`anvayyibhnu bhenêy-re'ubhên ubhenêy-ghâdh vachatsiy shêbheth hamnasheh shâm.mizbêach `al-hayyardên mizbêach gâdhol lemar'eh
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva