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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|2 Samuel 18:1|
vayyiphqodh dâvidh 'eth-hâ`âm 'asher 'itto vayyâsem`alêyhem sârêy 'alâphiym vesârêy mê'oth
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2
|2 Samuel 18:2|
vayshallach dâvidh 'eth-hâ`âmhashelishiyth beyadh-yo'âbh vehashelishiyth beyadh 'abhiyshay ben-tseruyâh 'achiyyo'âbh vehashelishith beyadh 'ittay haggittiy s vayyo'mer hammelekh'el-hâ`âm yâtso' 'êtsê' gam-'aniy `immâkhem
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3
|2 Samuel 18:3|
vayyo'mer hâ`âmlo' thêtsê' kiy 'im-nos nânus lo'-yâsiymu 'êlêynu lêbh ve'im-yâmuthuchetsyênu lo'-yâsiymu 'êlêynu lêbh kiy-`attâh khâmonu `asârâh'alâphiym ve`attâh thobh kiy-thihyeh-lânu mê`iyr la`ziyr [la][`ezor] s
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4
|2 Samuel 18:4|
vayyo'mer 'alêyhem hammelekh 'asher-yiythabh be`êynêykhem'e`eseh vayya`amodh hammelekh 'el-yadh hasha`ar vekhol-hâ`âm yâts'ulemê'oth vela'alâphiym
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5
|2 Samuel 18:5|
vaytsav hammelekh 'eth-yo'âbh ve'eth-'abhiyshayve'eth-'ittay lê'mor le'ath-liy lanna`ar le'abhshâlom vekhol-hâ`âm shâm`ubetsavvoth hammelekh 'eth-kâl-hasâriym `al-debhar 'abhshâlom
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6
|2 Samuel 18:6|
vayyêtsê' hâ`âm hasâdheh liqra'th yisrâ'êl vattehiy hammilchâmâhbeya`ar 'ephrâyim
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7
|2 Samuel 18:7|
vayyinnâghphu shâm `am yisrâ'êl liphnêy `abhdhêy.dhâvidh vattehiy-shâm hammaggêphâh ghedholâh bayyom hahu' `esriym'âleph
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8
|2 Samuel 18:8|
vattehiy-shâm hammilchâmâh nâphotsêyth [nâphotseth] `al-penêykhol-hâ'ârets vayyerebh hayya`ar le'ekhol bâ`âm mê'asher 'âkhlâhhacherebh bayyom hahu'
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9
|2 Samuel 18:9|
vayyiqqârê' 'abhshâlom liphnêy `abhdhêydhâvidh ve'abhshâlom rokhêbh `al-happeredh vayyâbho' happeredh tachathsobhekh hâ'êlâh haggedholâh vayyechezaq ro'sho bhâ'êlâh vayyuttanbêyn hashâmayim ubhêyn hâ'ârets vehapperedh 'asher-tachtâyv `âbhâr
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10
|2 Samuel 18:10|
vayyar' 'iysh 'echâdh vayyaggêdh leyo'âbh vayyo'mer hinnêh râ'iythiy'eth-'abhshâlom tâluy bâ'êlâh
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva