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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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5
|Números 36:5|
vaytsavmosheh 'eth-benêy yisrâ'êl `al-piy Adonay lê'mor kên mathêhbhenêy-yosêph dobheriym
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6
|Números 36:6|
zeh haddâbhâr 'asher-tsivvâh Adonaylibhnoth tselâphechâdh lê'mor lathobh be`êynêyhem tihyeynâh lenâshiym'akh lemishpachath mathêh 'abhiyhem tihyeynâh lenâshiym
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7
|Números 36:7|
velo'-thissobh.nachalâh libhnêy yisrâ'êl mimmatheh 'el-matheh kiy 'iysh benachalathmathêh 'abhothâyv yidhbequ benêy yisrâ'êl
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8
|Números 36:8|
vekhol-bath yoresheth nachalâhmimmathoth benêy yisrâ'êl le'echâdh mimmishpachath mathêh 'âbhiyhâtihyeh le'ishâh lema`an yiyrshu benêy yisrâ'êl 'iysh nachalath 'abhothâyv
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9
|Números 36:9|
velo'-thissobh nachalâh mimmatheh lematheh 'achêr kiy-'iysh benachalâthoyidhbequ mathoth benêy yisrâ'êl
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10
|Números 36:10|
ka'asher tsivvâh Adonay 'eth-mosheh kên `âsu benoth tselâphchâdh
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11
|Números 36:11|
vattihyeynâh machlâh thirtsâhvechoghlâh umilkâh veno`âh benoth tselâphchâdh libhnêy dhodhêyhen lenâshiym
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12
|Números 36:12|
mimmishpechoth benêy-menasheh bhen-yosêph hâyu lenâshiym vattehiynachalâthân `al-mathêh mishpachath 'abhiyhen
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13
|Números 36:13|
'êlleh hammitsvothvehammishpâthiym 'asher tsivvâh Adonay beyadh-mosheh 'el-benêyyisrâ'êl be`arbhoth mo'âbh `al yardên yerêcho
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva