-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
1
|Números 18:1|
vayyo'mer Adonay 'el-'aharon 'attâh ubhâneykhaubhêyth-'âbhiykha 'ittâkh tis'u 'eth-`avon hammiqdâsh ve'attâh ubhâneykha'ittâkh tis'u 'eth-`avon kehunnathkhem
-
2
|Números 18:2|
vegham 'eth-'acheykha mathêhlêviy shêbheth 'âbhiykha haqrêbh 'ittâkh veyillâvu `âleykha viyshârethukhave'attâh ubhâneykha 'ittâkh liphnêy 'ohel hâ`êdhuth
-
3
|Números 18:3|
veshâmerumishmartekha umishmereth kol-hâ'ohel 'akh 'el-kelêy haqqodhesh ve'el-hammizbêach lo' yiqrâbhu velo'-yâmuthu gham-hêm gam-'attem
-
4
|Números 18:4|
venilvu `âleykha veshâmru 'eth-mishmereth 'ohel mo`êdh lekhol `abhodhathhâ'ohel vezâr lo'-yiqrabh 'alêykhem
-
5
|Números 18:5|
ushemartem 'êth mishmerethhaqqodhesh ve'êth mishmereth hammizbêach velo'-yihyeh `odh qetseph `al-benêy yisrâ'êl
-
6
|Números 18:6|
va'aniy hinnêh lâqachtiy 'eth-'achêykhem halviyyimmittokh benêy yisrâ'êl lâkhem mattânâh nethuniym layhvh la`abhodh'eth-`abhodhath 'ohel mo`êdh
-
7
|Números 18:7|
ve'attâh ubhâneykha 'ittekha tishmeru 'eth-kehunnathkhem lekhol-debhar hammizbêach ulemibbêyth lappârokhethva`abhadhtem `abhodhath mattânâh 'ettên 'eth-kehunnathkhem vehazzârhaqqârêbh yumâth s
-
8
|Números 18:8|
vaydhabbêr Adonay 'el-'aharon va'aniyhinnêh nâthattiy lekha 'eth-mishmereth terumothây lekhol-qodhshêy bhenêy-yisrâ'êl lekha nethattiym lemoshchâh ulebhâneykha lechâq-`olâm
-
9
|Números 18:9|
zeh-yihyeh lekha miqqodhesh haqqodhâshiym min-hâ'êsh kol-qorbânâmlekhol-minchâthâm ulekhâl-chathâ'thâm ulekhâl-'ashâmâm 'asher yâshiybhu liyqodhesh qâdhâshiym lekha hu' ulebhâneykha
-
10
|Números 18:10|
beqodhesh haqqodhâshiymto'khalennu kol-zâkhâr yo'khal 'otho qodhesh yihyeh-lâkh
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva