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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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21
|Lucas 8:21|
o de apokritheis eipen pros autous mêtêr mou kai adelphoi mou outoi eisin oi ton logon tou theou akouontes kai poiountes tsb=auton
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22
|Lucas 8:22|
tsb=kai egeneto a=de en mia tôn êmerôn kai autos enebê eis ploion kai oi mathêtai autou kai eipen pros autous dielthômen eis to peran tês limnês kai anêchthêsan
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23
|Lucas 8:23|
pleontôn de autôn aphupnôsen kai katebê lailaps anemou eis tên limnên kai suneplêrounto kai ekinduneuon
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24
|Lucas 8:24|
proselthontes de diêgeiran auton legontes epistata epistata apollumetha o de a=diegertheis tsb=egertheis epetimêsen tô anemô kai tô kludôni tou udatos kai epausanto kai egeneto galênê
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25
|Lucas 8:25|
eipen de autois pou tsb=estin ê pistis umôn phobêthentes de ethaumasan legontes pros allêlous tis ara outos estin oti kai tois anemois epitassei kai tô udati kai upakouousin autô
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26
|Lucas 8:26|
kai katepleusan eis tên chôran tôn a=gerasênôn tsb=gadarênôn êtis estin a=antipera tsb=antiperan tês galilaias
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27
|Lucas 8:27|
exelthonti de autô epi tên gên upêntêsen tsb=autô anêr tis ek tês poleôs a=echôn tsb=os tsb=eichen daimonia tsb=ek tsb=chronôn tsb=ikanôn kai a=chronô a=ikanô tsb=imation ouk a=enedusato a=imation tsb=enedidusketo kai en oikia ouk emenen all en tois mnêma
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28
|Lucas 8:28|
idôn de ton iêsoun tsb=kai anakraxas prosepesen autô kai phônê megalê eipen ti emoi kai soi iêsou uie tou theou tou upsistou deomai sou mê me basanisês
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29
|Lucas 8:29|
abs=parêggeilen t=parêggellen gar tô pneumati tô akathartô exelthein apo tou anthrôpou pollois gar chronois sunêrpakei auton kai a=edesmeueto tsb=edesmeito alusesin kai pedais phulassomenos kai diarrêssôn ta desma êlauneto upo tou a=daimoniou tsb=daimonos
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30
|Lucas 8:30|
epêrôtêsen de auton o iêsous tsb=legôn ti soi tsb=estin onoma a=estin o de eipen a=legiôn tsb=legeôn oti a=eisêlthen daimonia polla tsb=eisêlthen eis auton
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva