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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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21
|Números 23:21|
lo'-hibbiyth 'âven beya`aqobh velo'-râ'âh `âmâl beyisrâ'êl Adonay 'elohâyv `immo utheru`ath melekhbo
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22
|Números 23:22|
'êl motsiy'âm mimmitsrâyim ketho`aphoth re'êm lo
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23
|Números 23:23|
kiy lo'-nachash beya`aqobh velo'-qesem beyisrâ'êl kâ`êth yê'âmêr leya`aqobhuleyisrâ'êl mah-pâ`al 'êl
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24
|Números 23:24|
hen-`âm kelâbhiy' yâqum vekha'ariyyithnasâ' lo' yishkabh `adh-yo'khal thereph vedham-chalâliym yishteh
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25
|Números 23:25|
vayyo'mer bâlâq 'el-bil`âm gam-qobh lo' thiqqobhennu gam-bârêkhlo' thebhârakhennu
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26
|Números 23:26|
vayya`an bil`âm vayyo'mer 'el-bâlâq halo'dibbartiy 'êleykha lê'mor kol 'asher-yedhabbêr Adonay 'otho'e`eseh
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27
|Números 23:27|
vayyo'mer bâlâq 'el-bil`âm lekhâh-nâ' 'eqqâchakha 'el-mâqom 'achêr 'ulay yiyshar be`êynêy hâ'elohiym veqabbotho liymishâm
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28
|Números 23:28|
vayyiqqach bâlâq 'eth-bil`âm ro'sh happe`or hannishqâph`al-penêy hayshiymon
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29
|Números 23:29|
vayyo'mer bil`âm 'el-bâlâq benêh-liybhâzeh shibh`âh mizbechoth vehâkhên liy bâzeh shibh`âh phâriym veshibh`âh'êyliym
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30
|Números 23:30|
vayya`as bâlâq ka'asher 'âmar bil`âm vayya`al pârvâ'ayil bammizbêach
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva