-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
31
|Lucas 17:31|
en ekeinê tê êmera os estai epi tou dômatos kai ta skeuê autou en tê oikia mê katabatô arai auta kai o en tsb=tô agrô omoiôs mê epistrepsatô eis ta opisô
-
32
|Lucas 17:32|
mnêmoneuete tês gunaikos lôt
-
33
|Lucas 17:33|
os ean zêtêsê tên psuchên autou a=peripoiêsasthai tsb=sôsai apolesei autên tsb=kai os a=d a=an tsb=ean apolesê tsb=autên zôogonêsei autên
-
34
|Lucas 17:34|
legô umin tautê tê nukti esontai duo epi klinês mias ats=o eis a=paralêmphthêsetai tsb=paralêphthêsetai kai o eteros aphethêsetai
-
35
|Lucas 17:35|
tsb=duo esontai a=duo alêthousai epi to auto s=ê tsb=mia tsb=paralêphthêsetai tsb=kai ê a=mia a=paralêmphthêsetai a=ê a=de etera aphethêsetai
-
36
|Lucas 17:36|
s=duo s=esontai s=en s=tô s=agrô s=o s=eis s=paralêphthêsetai s=kai s=o s=eteros s=aphethêsetai
-
37
|Lucas 17:37|
kai apokrithentes legousin autô pou kurie o de eipen autois opou to sôma ekei a=kai tsb=sunachthêsontai oi aetoi a=episunachthêsontai
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva