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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|Lucas 9:43|
exeplêssonto de pantes epi tê megaleiotêti tou theou pantôn de thaumazontôn epi pasin ois a=epoiei tsb=epoiêsen tsb=o tsb=iêsous eipen pros tous mathêtas autou
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44
|Lucas 9:44|
thesthe umeis eis ta ôta umôn tous logous toutous o gar uios tou anthrôpou mellei paradidosthai eis cheiras anthrôpôn
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45
|Lucas 9:45|
oi de êgnooun to rêma touto kai ên parakekalummenon ap autôn ina mê aisthôntai auto kai ephobounto erôtêsai auton peri tou rêmatos toutou
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46
|Lucas 9:46|
eisêlthen de dialogismos en autois to tis an eiê meizôn autôn
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47
|Lucas 9:47|
o de iêsous a=eidôs tsb=idôn ton dialogismon tês kardias autôn epilabomenos a=paidion tsb=paidiou estêsen auto par eautô
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48
|Lucas 9:48|
kai eipen autois os ean dexêtai touto to paidion epi tô onomati mou eme dechetai kai os a=an tsb=ean eme dexêtai dechetai ton aposteilanta me o gar mikroteros en pasin umin uparchôn outos a=estin tsb=estai megas
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49
|Lucas 9:49|
apokritheis de tsb=o iôannês eipen epistata eidomen tina a=en tsb=epi tô onomati sou ekballonta ts=ta daimonia kai a=ekôluomen tsb=ekôlusamen auton oti ouk akolouthei meth êmôn
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50
|Lucas 9:50|
tsb=kai eipen a=de pros auton o iêsous mê kôluete os gar ouk estin kath a=umôn tsb=êmôn uper a=umôn tsb=êmôn estin
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51
|Lucas 9:51|
egeneto de en tô sumplêrousthai tas êmeras tês a=analêmpseôs tsb=analêpseôs autou kai autos to prosôpon a=estêrisen tsb=autou tsb=estêrixen tou poreuesthai eis ierousalêm
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52
|Lucas 9:52|
kai apesteilen aggelous pro prosôpou autou kai poreuthentes eisêlthon eis kômên a=samaritôn tsb=samareitôn a=ôs tsb=ôste etoimasai autô
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva