-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
1
|1 Samuel 16:1|
vayyo'mer Adonay 'el-shemu'êl `adh-mâthay 'attâhmith'abbêl 'el-shâ'ul va'aniy me'astiyv mimmelokh `al-yisrâ'êl mallê'qarnekha shemen velêkh 'eshlâchakha 'el-yishay bêyth-hallachmiy kiy-râ'iythiy bebhânâyv liy melekh
-
2
|1 Samuel 16:2|
vayyo'mer shemu'êl 'êykh 'êlêkhveshâma` shâ'ul vaharâghâniy s vayyo'mer Adonay `eghlath bâqârtiqqach beyâdhekha ve'âmartâ lizboach layhvh bâ'thiy
-
3
|1 Samuel 16:3|
veqârâ'thâ leyishaybazzâbhach ve'ânokhiy 'odhiy`akha 'êth 'asher-ta`aseh umâshachtâ liy 'êth'asher-'omar 'êleykha
-
4
|1 Samuel 16:4|
vayya`as shemu'êl 'êth 'asher dibber Adonayvayyâbho' bêyth lâchem vayyecherdhu ziqnêy hâ`iyr liqrâ'tho vayyo'mershâlom bo'ekha
-
5
|1 Samuel 16:5|
vayyo'mer shâlom lizboach layhvh bâ'thiy hithqaddeshuubhâ'them 'ittiy bazzâbhach vayqaddêsh 'eth-yishay ve'eth-bânâyv.vayyiqrâ' lâhem lazzâbhach
-
6
|1 Samuel 16:6|
vayhiy bebho'âm vayyar' 'eth-'eliy'âbhvayyo'mer 'akh neghedh Adonay meshiycho
-
7
|1 Samuel 16:7|
vayyo'mer Adonay'el-shemu'êl 'al-tabbêth 'el-mar'êhu ve'el-gebhoah qomâtho kiyme'astiyhu kiy lo' 'asher yir'eh hâ'âdhâm kiy hâ'âdhâm yir'ehla`êynayim vayhvh yir'eh lallêbhâbh
-
8
|1 Samuel 16:8|
vayyiqrâ' yishay'el-'abhiynâdhâbh vayya`abhirêhu liphnêy shemu'êl vayyo'mer gam-bâzeh lo'-bhâchar Adonay
-
9
|1 Samuel 16:9|
vayya`abhêr yishay shammâh vayyo'mergam-bâzeh lo'-bhâchar Adonay
-
10
|1 Samuel 16:10|
vayya`abhêr yishay shibh`ath bânâyvliphnêy shemu'êl vayyo'mer shemu'êl 'el-yishay lo'-bhâchar Adonaybâ'êlleh
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 21-23
03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva