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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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23
|Deuteronômio 29:23|
ve'âmru kol-haggoyim `al-meh`âsâh Adonay kâkhâh lâ'ârets hazzo'th meh choriy hâ'aph haggâdholhazzeh
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24
|Deuteronômio 29:24|
ve'âmru `al 'asher `âzbhu 'eth-beriyth Adonay 'elohêy'abhothâm 'asher kârath `immâm behotsiy'o 'othâm mê'erets mitsrâyim
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25
|Deuteronômio 29:25|
vayyêlekhu vayya`abhdhu 'elohiym 'achêriym vayyishtachavu lâhem'elohiym 'asher lo'-yedhâ`um velo' châlaq lâhem
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26
|Deuteronômio 29:26|
vayyichar-'aphAdonay bâ'ârets hahiv' lehâbhiy' `âleyhâ 'eth-kâl-haqqelâlâhhakkethubhâh bassêpher hazzeh
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27
|Deuteronômio 29:27|
vayyitteshêm Adonay mê`al'adhmâthâm be'aph ubhechêmâh ubheqetseph gâdhol vayyashlikhêm 'el-'erets'achereth kayyom hazzeh
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28
|Deuteronômio 29:28|
hannistâroth layhvh 'elohêynuvehannighloth lânu ulebhânêynu `adh-`olâm la`asoth 'eth-kâl-dibhrêyhattorâh hazzo'th s
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1
|Deuteronômio 30:1|
vehâyâh khiy-yâbho'u `âleykha kol-haddebhâriym hâ'êllehhabberâkhâh vehaqqelâlâh 'asher nâthattiy lephâneykha vahashêbhothâ 'el-lebhâbhekha bekhol-haggoyim 'asher hiddiychakha Adonay 'eloheykhashâmmâh
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2
|Deuteronômio 30:2|
veshabhtâ `adh-Adonay 'eloheykha veshâma`tâ bheqolo kekhol'asher-'ânokhiy metsavvekha hayyom 'attâh ubhâneykha bekhol-lebhâbhkhaubhekhâl-naphshekha
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3
|Deuteronômio 30:3|
veshâbh Adonay 'eloheykha 'eth-shebhuthekhaverichamekha veshâbh veqibbetskha mikkol-hâ`ammiym 'asher hephiytskhaAdonay 'eloheykha shâmmâh
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4
|Deuteronômio 30:4|
'im-yihyeh niddachakha biqtsêhhashâmâyim mishâm yeqabbetskha Adonay 'eloheykha umishâmyiqqâchekha
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva