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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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4
|Deuteronômio 34:4|
vayyo'mer Adonay 'êlâyv zo'th hâ'ârets 'ashernishba`tiy le'abhrâhâm leyitschâq uleya`aqobh lê'mor lezar`akha'ettenennâh her'iythiykha bhe`êyneykha veshâmmâh lo' tha`abhor
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5
|Deuteronômio 34:5|
vayyâmâth shâm mosheh `ebhedh-Adonay be'erets mo'âbh `al-piyAdonay
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6
|Deuteronômio 34:6|
vayyiqbor 'otho bhaggay be'erets mo'âbh mul bêyth pe`orvelo'-yâdha` 'iysh 'eth-qebhurâtho `adh hayyom hazzeh
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7
|Deuteronômio 34:7|
umosheh ben-mê'âh ve`esriym shânâh bemotho lo'-khâhathâh `êyno velo'-nâs lêchoh
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8
|Deuteronômio 34:8|
vayyibhku bhenêy yisrâ'êl 'eth-mosheh be`arbhoth mo'âbh sheloshiymyom vayyittemu yemêy bhekhiy 'êbhel mosheh
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9
|Deuteronômio 34:9|
viyhoshua` bin-nunmâlê' ruach châkhmâh kiy-sâmakh mosheh 'eth-yâdhâyv `âlâyvvayyishme`u 'êlâyv benêy-yisrâ'êl vayya`asu ka'asher tsivvâhAdonay 'eth-mosheh
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10
|Deuteronômio 34:10|
velo'-qâm nâbhiy' `odh beyisrâ'êl kemosheh'asher yedhâ`o Adonay pâniym 'el-pâniym
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11
|Deuteronômio 34:11|
lekhol-hâ'othothvehammophethiym 'asher shelâcho Adonay la`asoth be'erets mitsrâyimlephar`oh ulekhâl-`abhâdhâyv ulekhâl-'artso
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12
|Deuteronômio 34:12|
ulekhol hayyâdh hachazâqâhulekhol hammorâ' haggâdhol 'asher `âsâh mosheh le`êynêy kol-yisrâ'êl
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva