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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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45
|Deuteronômio 32:45|
vaykhal mosheh ledhabbêr 'eth-kâl-haddebhâriym hâ'êlleh 'el-kâl-yisrâ'êl
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46
|Deuteronômio 32:46|
vayyo'mer 'alêhem siymu.lebhabhkhem lekhol-haddebhâriym 'asher 'ânokhiy mê`iydh bâkhem hayyom'asher tetsavvum 'eth-benêykhem lishmor la`asoth 'eth-kâl-dibhrêy hattorâhhazzo'th
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47
|Deuteronômio 32:47|
kiy lo'-dhâbhâr rêq hu' mikkem kiy-hu' chayyêykhemubhaddâbhâr hazzeh ta'ariykhu yâmiym `al-hâ'adhâmâh 'asher 'attem`obheriym 'eth-hayyardên shâmmâh lerishtâh ph
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|Deuteronômio 32:48|
vaydhabbêrAdonay 'el-mosheh be`etsem hayyom hazzeh lê'mor
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49
|Deuteronômio 32:49|
`alêh'el-har hâ`abhâriym hazzeh har-nebho 'asher be'erets mo'âbh 'asher`al-penêy yerêcho ure'êh 'eth-'erets kena`an 'asher 'aniy nothên libhnêyyisrâ'êl la'achuzzâh
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50
|Deuteronômio 32:50|
umuth bâhâr 'asher 'attâh `oleh shâmmâhvehê'âsêph 'el-`ammeykha ka'asher-mêth 'aharon 'âchiykha behor hâhârvayyê'âseph 'el-`ammâyv
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51
|Deuteronômio 32:51|
`al 'asher me`altem biy bethokh benêyyisrâ'êl bemêy-meriybhath qâdhêsh midhbar-tsin `al 'asher lo'-qiddashtem'othiy bethokh benêy yisrâ'êl
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52
|Deuteronômio 32:52|
kiy minneghedh tir'eh 'eth-hâ'âretsveshâmmâh lo' thâbho' 'el-hâ'ârets 'asher-'aniy nothên libhnêy yisrâ'êlph
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1
|Deuteronômio 33:1|
vezo'th habberâkhâh 'asher bêrakh mosheh 'iysh hâ'elohiym'eth-benêy yisrâ'êl liphnêy motho
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2
|Deuteronômio 33:2|
vayyo'mar Adonay missiynaybâ' vezârach misê`iyr lâmo hophiya` mêhar pâ'rân ve'âthâh mêribhebhothqodhesh miymiyno 'êshedâth ['êsh] [dâth] lâmo
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva