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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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35
|Deuteronômio 32:35|
liy nâqâmveshillêm le`êth tâmuth raghlâm kiy qârobh yom 'êydhâm vechâsh `athidhothlâmo
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36
|Deuteronômio 32:36|
kiy-yâdhiyn Adonay `ammo ve`al-`abhâdhâyv yithnechâmkiy yir'eh kiy-'âzlath yâdh ve'ephes `âtsur ve`âzubh
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37
|Deuteronômio 32:37|
ve'âmar 'êy'elohêymo tsur châsâyu bho
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|Deuteronômio 32:38|
'asher chêlebh zebhâchêymo yo'khêlu yishtuyêyn nesiykhâm yâqumu veya`zerukhem yehiy `alêykhem sithrâh
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39
|Deuteronômio 32:39|
re'u `attâh kiy 'aniy 'aniy hu' ve'êyn 'elohiym `immâdhiy 'aniy'âmiyth va'achayyeh mâchatstiy va'aniy 'erpâ' ve'êyn miyyâdhiymatsiyl
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40
|Deuteronômio 32:40|
kiy-'esâ' 'el-shâmayim yâdhiy ve'âmartiy chay 'ânokhiyle`olâm
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|Deuteronômio 32:41|
'im-shannothiy beraq charbiy vetho'chêz bemishpâth yâdhiy'âshiybh nâqâm letsârây velimsan'ay 'ashallêm
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|Deuteronômio 32:42|
'ashkiyr chitsaymiddâm vecharbiy to'khal bâsâr middam châlâl veshibhyâh mêro'sh par`oth'oyêbh
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43
|Deuteronômio 32:43|
harniynu ghoyim `ammo kiy dham-`abhâdhâyv yiqqomvenâqâm yâshiybh letsârâyv vekhipper 'adhmâtho `ammo ph
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44
|Deuteronômio 32:44|
vayyâbho'mosheh vaydhabbêr 'eth-kâl-dibhrêy hashiyrâh-hazzo'th be'âznêy hâ`âmhu' vehoshêa` bin-nun
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva