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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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11
|Gênesis 48:11|
vayyo'mer yisrâ'êl 'el-yosêphre'oh phâneykha lo' phillâletiy vehinnêh her'âh 'othiy 'elohiym gam'eth-zar`ekha
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12
|Gênesis 48:12|
vayyotsê' yosêph 'othâm mê`im birkâyv vayyishtachule'appâyv 'âretsâh
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13
|Gênesis 48:13|
vayyiqqach yosêph 'eth-shenêyhem 'eth-'ephrayimbiymiyno misemo'l yisrâ'êl ve'eth-menasheh bhismo'lo miymiynyisrâ'êl vayyaggêsh 'êlâyv
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14
|Gênesis 48:14|
vayyishlach yisrâ'êl 'eth-yemiynovayyâsheth `al-ro'sh 'ephrayim vehu' hatsâ`iyr ve'eth-semo'lo `al-ro'shmenasheh sikkêl 'eth-yâdhâyv kiy menasheh habbekhor
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15
|Gênesis 48:15|
vaybhârekh'eth-yosêph vayyo'mar hâ'elohiym 'asher hithhallekhu 'abhothay lephânâyv'abhrâhâm veyitschâq hâ'elohiym hâro`eh 'othiy mê`odhiy `adh-hayyomhazzeh
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16
|Gênesis 48:16|
hammal'âkh haggo'êl 'othiy mikkol-râ` yebhârêkh 'eth-hanne`âriym veyiqqârê' bhâhem shemiy veshêm 'abhothay 'abhrâhâmveyitschâq veyidhgu lârobh beqerebh hâ'ârets
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17
|Gênesis 48:17|
vayyar' yosêph kiy-yâshiyth'âbhiyv yadh-yemiyno `al-ro'sh 'ephrayim vayyêra` be`êynâyvvayyithmokh yadh-'âbhiyv lehâsiyr 'othâh mê`al ro'sh-'ephrayim `al-ro'shmenasheh
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18
|Gênesis 48:18|
vayyo'mer yosêph 'el-'âbhiyv lo'-khên 'âbhiy kiy-zehhabbekhor siym yemiynkha `al-ro'sho
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19
|Gênesis 48:19|
vaymâ'ên 'âbhiyv vayyo'meryâdha`tiy bheniy yâdha`tiy gam-hu' yihyeh-le`âm vegham-hu' yighdâlve'ulâm 'âchiyv haqqâthon yighdal mimmennu vezar`o yihyehmelo'-haggoyim
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20
|Gênesis 48:20|
vaybhârakhêm bayyom hahu' lê'mor bekhayebhârêkh yisrâ'êl lê'mor yesimkha 'elohiym ke'ephrayim vekhimnashehvayyâsem 'eth-'ephrayim liphnêy menasheh
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva